Irreverente... lindo!
A VIDA estava NELE e a VIDA era a Luz dos homens; A Luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevalecem contra Ela. João 1,4-5.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Experiências de vida
Qual a mãe que já chorou dentro da alma e as lágrimas não foram vistas porque caíram dentro do coração?!...
Creio que já ocorreu isso com muitas mães.
Os motivos são vastos... Ver o filho chorando sentindo uma dor e você não poder fazer nada. Vê-lo saindo para o seu primeiro dia de aula e você sentido que não tem mais volta, que dali para frente ele só vai indo... Não é mais aquele serzinho só seu!...
Por ele pedir algo, que no momento você não pode dar...
E minha filha com doze ou treze anos, vendo as coleguinhas da escola cheias de atividades extraescolares. Imagino o quanto elas comentavam! Curso de dança jazz, balé, curso de inglês, capoeira...
Minha filhinha linda, ainda muito nova já sabia do momento da família. Sempre comentava sobre as atividades das colegas com os olhinhos brilhando, cheia de vontade de acompanhá-las... Mas nada mencionava sobre o seu querer. Entretanto eu compreendia que sentia vontade de estar junto com as coleguinhas, comentando e fazendo pelo menos um curso daqueles...
Mas naquele dia... Chegou a mim pedindo se podia fazer o curso de inglês...
Naquela época, morávamos de aluguel, eles estudavam em escola particular, e não era nada fácil, vivíamos dias muito difíceis. Tão difícil o que passávamos, que muitas atividades da infância foram tolhidas dos meus filhos, passeios, viagens de férias, festas de aniversário...
Eu me esforçava mais do que podia para alegrá-los um pouco mais. Contava muitas estórias infantis, passeava na casa da vovó para encontrarem com os priminhos aos domingos e no trajeto parávamos nas lanchonetes, comprava tudo que eles queriam pipoca, chicletes, balas... As mãozinhas ficavam repletas de guloseimas...
Tinha uma quota em um clube da cidade, o Filadélfia. Nos finais de semana íamos. Eles se esbaldavam. Não faltava aquele sorvetão delicioso, duas ou três bolas, com muita cobertura de chocolate e o meu, bem “caprichado” de morango, amo cobertura de morango. Os gritos deles, ainda soam aos meus ouvidos... Sons deliciosos de ouvir, Luuucas, Caaarla, Bruuuno. E eu ali sentada nas cadeiras em volta da piscina, sabendo que estavam seguros, pelos risos altos e os gritos de alegria audíveis – estavam perto, contudo eu ficava atenta a todos os movimentos deles. Às vezes descia no toboágua com eles...
E ao retornar para casa, aquele Xis burguer no Gauchão, na Rua Belo Horizonte... Colocava nele tudo o que tínhamos direito, muito Ketchup, muita maionese... Pedia uma coca-cola de dois litros e fazíamos a festa, conversávamos, sorríamos e íamos embora... Isso uma ou duas vezes no mês. Confesso que era maravilhoso!...
Também não faltava para eles a união, o amor entre a família e a Fé. Ia à Igreja quase todos os dias buscar forças... Mas com eles ia aos domingos. Não faltava nenhum domingo sequer. Lembro-me que, no dia em que a seleção brasileira ganhou o título mundial, num domingo de 2002, chegamos os quatro, meus filhos e eu, na Igreja, para a reunião das dez horas... Não tinha ninguém, todos estavam comemorando o título da seleção. E não era porque a gente não gostava de futebol, Não! A gente queria muito ficar, mas o compromisso falou mais alto. Um obreiro veio ao nosso encontro e perguntou se a gente não estava sabendo que não teria o culto naquela hora. Dissemos que não, fomos em frente ao Altar, oramos e voltamos para casa, passamos o resto do dia comemorando...
Continuando... Calei-me, sem olhar para minha linda, engoli seco, pensando o que iria responder. Ela só queria um curso de inglês... E naquele momento, até para fazer um curso de inglês estava complicado. Não cabia no orçamento...
Deixei meus afazeres, olhei para ela e disse-lhe que não era o momento, assim que desse a colocaria no curso de inglês e nos outros que eu bem sabia que ela queria. Havia falado muito sobre o Jazz...
Como não era acostumada a pedir muito, ou melhor, nada, olhou-me com os olhinhos cheios de lágrimas e disse baixinho: mas é só um curso de inglês!...
Uau!!! Não aguentei... Minhas lágrimas caíram direto no coração, que aquela altura encontrava-se apertado. As lágrimas eram imperceptíveis... Chorei sozinha, nenhum humano conseguia ver. Esse foi o meu choro na alma do qual falei acima. Mas... O meu Pai viu.
Sabem o que Ele fez?!... Uns dois anos mais tarde, concorri ao Green Card para toda a família. Ganhamos e felizes, fomos todos para os Estados Unidos, meu marido, meus três filhos e eu . Uma viagem dos sonhos. A maneira como tudo ocorreu?... Mistérios de Deus!... Só Ele para fazer tudo acontecer de maneira perfeita nos mínimos detalhes... Ele é o Mestre da perfeição. Meus filhos estudaram. Hoje todos eles falam fluente o inglês, também o espanhol.
E o curso que minha filha queria virou fichinha diante das oportunidades que Deus concedeu, não só para ela, mas para toda a família. Oportunidades, que para muitos podem parecer normais e simples... Mas para mim foi maravilhoso e lindo!
Hoje, tudo que escrevi faz parte do passado, mas são experiências vividas e aproveitadas em detalhes. Com agradecimentos constantes...
Amo falar de coisas boas. Que no primeiro momento parecem até tristes, mas sempre tem a volta por cima e aquele gostinho maravilhoso de vitória...
E adoro expressar sobre o cuidado e o amor de Deus para conosco. É muito forte. Se formos verdadeiros e fiéis... Lá na frente veremos o resultado...
E por outro lado, o mundo está repleto de dor, sofrimento, violência, maldade... Por que não expressarmos o que é bom?!... Façamos uma corrente do bem. Caminhemos na contra mão do que se apresentam a nós... E a visão que teremos da vida, com certeza será muito maior e melhor... Eu, cada dia creio mais e mais no amor de Deus para conosco.
“Agrada-te do Senhor teu Deus e Ele satisfará os desejos do teu coração”. Sl 37.4
Creio que já ocorreu isso com muitas mães.
Os motivos são vastos... Ver o filho chorando sentindo uma dor e você não poder fazer nada. Vê-lo saindo para o seu primeiro dia de aula e você sentido que não tem mais volta, que dali para frente ele só vai indo... Não é mais aquele serzinho só seu!...
Por ele pedir algo, que no momento você não pode dar...
E minha filha com doze ou treze anos, vendo as coleguinhas da escola cheias de atividades extraescolares. Imagino o quanto elas comentavam! Curso de dança jazz, balé, curso de inglês, capoeira...
Minha filhinha linda, ainda muito nova já sabia do momento da família. Sempre comentava sobre as atividades das colegas com os olhinhos brilhando, cheia de vontade de acompanhá-las... Mas nada mencionava sobre o seu querer. Entretanto eu compreendia que sentia vontade de estar junto com as coleguinhas, comentando e fazendo pelo menos um curso daqueles...
Mas naquele dia... Chegou a mim pedindo se podia fazer o curso de inglês...
Naquela época, morávamos de aluguel, eles estudavam em escola particular, e não era nada fácil, vivíamos dias muito difíceis. Tão difícil o que passávamos, que muitas atividades da infância foram tolhidas dos meus filhos, passeios, viagens de férias, festas de aniversário...
Eu me esforçava mais do que podia para alegrá-los um pouco mais. Contava muitas estórias infantis, passeava na casa da vovó para encontrarem com os priminhos aos domingos e no trajeto parávamos nas lanchonetes, comprava tudo que eles queriam pipoca, chicletes, balas... As mãozinhas ficavam repletas de guloseimas...
Tinha uma quota em um clube da cidade, o Filadélfia. Nos finais de semana íamos. Eles se esbaldavam. Não faltava aquele sorvetão delicioso, duas ou três bolas, com muita cobertura de chocolate e o meu, bem “caprichado” de morango, amo cobertura de morango. Os gritos deles, ainda soam aos meus ouvidos... Sons deliciosos de ouvir, Luuucas, Caaarla, Bruuuno. E eu ali sentada nas cadeiras em volta da piscina, sabendo que estavam seguros, pelos risos altos e os gritos de alegria audíveis – estavam perto, contudo eu ficava atenta a todos os movimentos deles. Às vezes descia no toboágua com eles...
E ao retornar para casa, aquele Xis burguer no Gauchão, na Rua Belo Horizonte... Colocava nele tudo o que tínhamos direito, muito Ketchup, muita maionese... Pedia uma coca-cola de dois litros e fazíamos a festa, conversávamos, sorríamos e íamos embora... Isso uma ou duas vezes no mês. Confesso que era maravilhoso!...
Também não faltava para eles a união, o amor entre a família e a Fé. Ia à Igreja quase todos os dias buscar forças... Mas com eles ia aos domingos. Não faltava nenhum domingo sequer. Lembro-me que, no dia em que a seleção brasileira ganhou o título mundial, num domingo de 2002, chegamos os quatro, meus filhos e eu, na Igreja, para a reunião das dez horas... Não tinha ninguém, todos estavam comemorando o título da seleção. E não era porque a gente não gostava de futebol, Não! A gente queria muito ficar, mas o compromisso falou mais alto. Um obreiro veio ao nosso encontro e perguntou se a gente não estava sabendo que não teria o culto naquela hora. Dissemos que não, fomos em frente ao Altar, oramos e voltamos para casa, passamos o resto do dia comemorando...
Continuando... Calei-me, sem olhar para minha linda, engoli seco, pensando o que iria responder. Ela só queria um curso de inglês... E naquele momento, até para fazer um curso de inglês estava complicado. Não cabia no orçamento...
Deixei meus afazeres, olhei para ela e disse-lhe que não era o momento, assim que desse a colocaria no curso de inglês e nos outros que eu bem sabia que ela queria. Havia falado muito sobre o Jazz...
Como não era acostumada a pedir muito, ou melhor, nada, olhou-me com os olhinhos cheios de lágrimas e disse baixinho: mas é só um curso de inglês!...
Uau!!! Não aguentei... Minhas lágrimas caíram direto no coração, que aquela altura encontrava-se apertado. As lágrimas eram imperceptíveis... Chorei sozinha, nenhum humano conseguia ver. Esse foi o meu choro na alma do qual falei acima. Mas... O meu Pai viu.
Sabem o que Ele fez?!... Uns dois anos mais tarde, concorri ao Green Card para toda a família. Ganhamos e felizes, fomos todos para os Estados Unidos, meu marido, meus três filhos e eu . Uma viagem dos sonhos. A maneira como tudo ocorreu?... Mistérios de Deus!... Só Ele para fazer tudo acontecer de maneira perfeita nos mínimos detalhes... Ele é o Mestre da perfeição. Meus filhos estudaram. Hoje todos eles falam fluente o inglês, também o espanhol.
E o curso que minha filha queria virou fichinha diante das oportunidades que Deus concedeu, não só para ela, mas para toda a família. Oportunidades, que para muitos podem parecer normais e simples... Mas para mim foi maravilhoso e lindo!
Hoje, tudo que escrevi faz parte do passado, mas são experiências vividas e aproveitadas em detalhes. Com agradecimentos constantes...
Amo falar de coisas boas. Que no primeiro momento parecem até tristes, mas sempre tem a volta por cima e aquele gostinho maravilhoso de vitória...
E adoro expressar sobre o cuidado e o amor de Deus para conosco. É muito forte. Se formos verdadeiros e fiéis... Lá na frente veremos o resultado...
E por outro lado, o mundo está repleto de dor, sofrimento, violência, maldade... Por que não expressarmos o que é bom?!... Façamos uma corrente do bem. Caminhemos na contra mão do que se apresentam a nós... E a visão que teremos da vida, com certeza será muito maior e melhor... Eu, cada dia creio mais e mais no amor de Deus para conosco.
“Agrada-te do Senhor teu Deus e Ele satisfará os desejos do teu coração”. Sl 37.4
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Falando do GCA-Grupo Cristão Altinópolis
Encontrei uma amiga na semana passada, a Betinha.
Amiga com A maiúsculo. Daquelas amizades que duram mais de trinta anos. Pessoa que esteve comigo em quase todos os momentos, (quase como em um casamento) nas alegrias e nas tristezas... rsrs.
Pois é, conversa vai, conversa vem... De repente ela disse-me que o Grupo jovem fundado por nós em 1981, no Bairro Altinópolis, havia acabado... O GCA. Fui a mentora e fundadora do Grupo, junto a dois grandes amigos, o Rawson e o Sr. Raimundo. Também fui a primeira presidente, junto a outro grande amigo o Josué. Saímos de casa em casa convidando os jovens para participarem. Reuníamos nas casas dos membros, até que conseguimos nossa sede própria...
Hó!... Ficou um silêncio dentro de mim por um momento.
Ela, a minha amiga, não viu minha reação, porque se passava no interior... Como flashes.
Confesso que fiquei chocada com aquela informação e a sensação era de perda mesmo... O grupo sobreviveu mais ou menos trinta anos... Quantos jovens passaram por ele... Quantos resgatados! Eu participei ativamente apenas três anos. Nos anos seguintes o acompanhei de longe até que ele seguiu seu caminho e eu o meu.
Mas aquele sentimento não durou muito. Um pouco decepcionada, disse a ela que o bairro não comportava dois Grupos de Jovens mesmo, ela concordou e ficou por isso. Mudamos de assunto.
Há alguns anos atrás, após uma luta ferrenha interior e em outras áreas da vida... Tenho buscado a Deus com mais força e vivido uma Fé mais pura, mais racional e mais firme. O tempo ensina muito.
Mas sei que tudo o que fazemos com amor e Fé é valoroso e fica registrado de alguma maneira. Nesses anos encontrei muitos jovens agradecidos por terem feito parte de nosso grupo. Um chegou a agradecer-me. Não entendendo o porquê do agradecimento, indaguei. Disse-me que se não tivesse participado do grupo naquela época, hoje não seria o homem honrado que é. Não teria uma família feliz, filhos, trabalho...
Pois naquela altura já estava enveredando pelos caminhos da droga. Declarou-me que foi bem recebido pelos membros e que se encontrou ali. Sentiu-se valorizado. Disse-lhe que o agradecimento seria a Deus. Mas senti-me imensamente feliz pelos frutos do nosso trabalho. Não foi em vão.
Grupo Jovem de 1982
Registrarei novamente a seguir, uma homenagem feita em 05/06/2009 neste blog, aos integrantes do grupo, na década de oitenta.
Anos brilhantes para tantos... Cada período de tempo, ou melhor, cada década que se passa, grandes e profundas marcas ficam em cada um.
E a mim pessoalmente, ou para minha geração, marcaram os anos 80. Anos dos grandes festivais de músicas, grandes cantores... Fagner, "No aço dos meus olhos''... Pepeu Gomes,''e foi assim, uma deusa feita de amor''... Guilherme Arantes, ''Quando a vi logo ali tão perto"... e tantos outros... Paulinho Pedra Azul, Baby Consuelo, Zé e Elba Ramalho, Emilinha - "Foi Deus que fez o céu"... e mais, e mais e mais... Ficaríamos aqui enumerando talentos e talentos daqueles anos;
Anos felizes... Anos das grandes paixões, Corações vibrantes, rostos colados, dançando ao som das inesquecíveis melodias internacionais, canções que embalavam casaizinhos de telenovelas e que chegavam aos nossos corações.
Anos dos "Clubes de jovens" GCA - Grupo Cristão Altinópolis, UJA, JUVA e outros. Jovens que se uniam, para não se sentirem só, para compartilhar os anseios, frustrações, energia, alegrias, sonhos... Sonhos esses que alguns, nunca foram realizados. Reuníamos para fazer serenatas, para orar, para simplesmente conversar, para não fazer nada... Para tocar violão... "Eu quero ser sua canção, eu quero ser seu tom"... "vem, vamos embora que esperar não é saber"... Longe de casa, há mais de uma semana “
Posso fechar os olhos, e ouvir cada voz, o toque, o perfume de cada um outrora presente.
Melancolia?!... Não! Mas saudade sim. Saudade de um tempo que não volta mais. Mas que só teve aquela magia naqueles dias, naquelas horas, naqueles lugares, com aquelas pessoas.
Não poderia ser diferente, se não, não seria daquela maneira e não teria aquela magia.
Que faz o coração bater forte.
Quiséramos reunir outra vez em outros anos diferentes...
Não concretizou, porque seria com as mesmas pessoas, mas... Teria faltado aqueles anos.
Aproveitamos sim. Sem planejar, sem marcar. Deixamos acontecer... Naturalmente, sem forçarmos nada.
Creio que cada amizade realizada naqueles anos, estão guardadas em um lugar secreto, no mais profundo do ser; às vezes no momento, esquecidas, porém tão latentes e vivas como cada coração!... Com amor!
Amiga com A maiúsculo. Daquelas amizades que duram mais de trinta anos. Pessoa que esteve comigo em quase todos os momentos, (quase como em um casamento) nas alegrias e nas tristezas... rsrs.
Pois é, conversa vai, conversa vem... De repente ela disse-me que o Grupo jovem fundado por nós em 1981, no Bairro Altinópolis, havia acabado... O GCA. Fui a mentora e fundadora do Grupo, junto a dois grandes amigos, o Rawson e o Sr. Raimundo. Também fui a primeira presidente, junto a outro grande amigo o Josué. Saímos de casa em casa convidando os jovens para participarem. Reuníamos nas casas dos membros, até que conseguimos nossa sede própria...
Hó!... Ficou um silêncio dentro de mim por um momento.
Ela, a minha amiga, não viu minha reação, porque se passava no interior... Como flashes.
Confesso que fiquei chocada com aquela informação e a sensação era de perda mesmo... O grupo sobreviveu mais ou menos trinta anos... Quantos jovens passaram por ele... Quantos resgatados! Eu participei ativamente apenas três anos. Nos anos seguintes o acompanhei de longe até que ele seguiu seu caminho e eu o meu.
Mas aquele sentimento não durou muito. Um pouco decepcionada, disse a ela que o bairro não comportava dois Grupos de Jovens mesmo, ela concordou e ficou por isso. Mudamos de assunto.
Há alguns anos atrás, após uma luta ferrenha interior e em outras áreas da vida... Tenho buscado a Deus com mais força e vivido uma Fé mais pura, mais racional e mais firme. O tempo ensina muito.
Mas sei que tudo o que fazemos com amor e Fé é valoroso e fica registrado de alguma maneira. Nesses anos encontrei muitos jovens agradecidos por terem feito parte de nosso grupo. Um chegou a agradecer-me. Não entendendo o porquê do agradecimento, indaguei. Disse-me que se não tivesse participado do grupo naquela época, hoje não seria o homem honrado que é. Não teria uma família feliz, filhos, trabalho...
Pois naquela altura já estava enveredando pelos caminhos da droga. Declarou-me que foi bem recebido pelos membros e que se encontrou ali. Sentiu-se valorizado. Disse-lhe que o agradecimento seria a Deus. Mas senti-me imensamente feliz pelos frutos do nosso trabalho. Não foi em vão.
Grupo Jovem de 1982
Registrarei novamente a seguir, uma homenagem feita em 05/06/2009 neste blog, aos integrantes do grupo, na década de oitenta.
Anos brilhantes para tantos... Cada período de tempo, ou melhor, cada década que se passa, grandes e profundas marcas ficam em cada um.
E a mim pessoalmente, ou para minha geração, marcaram os anos 80. Anos dos grandes festivais de músicas, grandes cantores... Fagner, "No aço dos meus olhos''... Pepeu Gomes,''e foi assim, uma deusa feita de amor''... Guilherme Arantes, ''Quando a vi logo ali tão perto"... e tantos outros... Paulinho Pedra Azul, Baby Consuelo, Zé e Elba Ramalho, Emilinha - "Foi Deus que fez o céu"... e mais, e mais e mais... Ficaríamos aqui enumerando talentos e talentos daqueles anos;
Anos felizes... Anos das grandes paixões, Corações vibrantes, rostos colados, dançando ao som das inesquecíveis melodias internacionais, canções que embalavam casaizinhos de telenovelas e que chegavam aos nossos corações.
Anos dos "Clubes de jovens" GCA - Grupo Cristão Altinópolis, UJA, JUVA e outros. Jovens que se uniam, para não se sentirem só, para compartilhar os anseios, frustrações, energia, alegrias, sonhos... Sonhos esses que alguns, nunca foram realizados. Reuníamos para fazer serenatas, para orar, para simplesmente conversar, para não fazer nada... Para tocar violão... "Eu quero ser sua canção, eu quero ser seu tom"... "vem, vamos embora que esperar não é saber"... Longe de casa, há mais de uma semana “
Posso fechar os olhos, e ouvir cada voz, o toque, o perfume de cada um outrora presente.
Melancolia?!... Não! Mas saudade sim. Saudade de um tempo que não volta mais. Mas que só teve aquela magia naqueles dias, naquelas horas, naqueles lugares, com aquelas pessoas.
Não poderia ser diferente, se não, não seria daquela maneira e não teria aquela magia.
Que faz o coração bater forte.
Quiséramos reunir outra vez em outros anos diferentes...
Não concretizou, porque seria com as mesmas pessoas, mas... Teria faltado aqueles anos.
Aproveitamos sim. Sem planejar, sem marcar. Deixamos acontecer... Naturalmente, sem forçarmos nada.
Creio que cada amizade realizada naqueles anos, estão guardadas em um lugar secreto, no mais profundo do ser; às vezes no momento, esquecidas, porém tão latentes e vivas como cada coração!... Com amor!
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Cenas lindas...
Cenas lindas vistas na mini-série "José do Egito" exibidas na TV Record ontem.
Hoje, mais do que qualquer outro tempo, vivenciamos acontecimentos tristes e trágicos. É só assistir um pouquinho os telejornais, ou navegarmos alguns minutinhos em sites de notícias... Ficamos pasmos e estarrecidos com o que está ocorrendo.
Famílias inteiras sendo dizimadas, pelo ódio, desamor, frieza...
Mas aqui neste momento prefiro falar um pouquinho sobre a passagem Bíblica no que se refere a José do Egito. Não como uma historinha que contavam para a gente quando criança... Não!
Mas como aquilo que tem tudo a ver com vida, verdade, amor, perdão...
Perdão! Esta é a palavra...
O que José passou, creio eu, que acontecendo com qualquer um outro vivente, o desfecho não teria sido daquela maneira...
Não mesmo! Quem passaria por tanta injustiça, e continuaria confiando, amando?!... uns pensariam até em dar o troco...
Criticado, ultrajado, injustiçado, vendido como escravo por seus próprios irmãos...
O sofrimento foi grande.
Ninguém merece!...
O motivo?
Sonhava...
E contava os seus sonhos. Pensava grande...
Pois é, aqui está a arma que o transformou em Governador do Egito. De escravo a governador!... Governador do país mais rico da época. Com sua sabedoria o enriqueceu mais ainda. Tornou-se potência. O resto do mundo dependia dela - do Egito.
Forte! Muito forte!...
-Fidelidade e confiança incondicional ao seu Deus, o Deus de seus pais;
-Fidelidade e respeito aos seus superiores;
-Companheirismo com os seus iguais;
-Humildade, paciência, Fé, caráter...
-Zelo no seu trabalho... fazia sempre o melhor,
-Não importava o tipo de trabalho, nem para quem era... Dava sempre o melhor de si.
E, o mais lindo...
Esqueceu. Sim, esqueceu da casa de seu pai e do que eles fizeram com ele. Não guardou mágoa... Perdoou!...(Gênesis 41,51)
Aí está o segredo da vitória.
E não é historinha não! É vida, é verdade. Se não acreditam... é só experimentar fazer o que ele fez...
A mini série está sendo exibida às quartas feiras a partir de 21:30, na TV Record. Mas já está nos últimos capítulos.
Para quem não acompanhou, ainda tem jeito. É só entrar no www.r7.com.br, vai encontrar todos os capítulos. Vale a pena assistir.
Na Bíblia, a história de vida, começa no capítulo 37 e vai até o 47 do livro de Gênesis.
Personagem de José - atuou com perfeição.
Um dos irmãos
Cenas do abraço de perdão. Emocionante.
Hoje, mais do que qualquer outro tempo, vivenciamos acontecimentos tristes e trágicos. É só assistir um pouquinho os telejornais, ou navegarmos alguns minutinhos em sites de notícias... Ficamos pasmos e estarrecidos com o que está ocorrendo.
Famílias inteiras sendo dizimadas, pelo ódio, desamor, frieza...
Mas aqui neste momento prefiro falar um pouquinho sobre a passagem Bíblica no que se refere a José do Egito. Não como uma historinha que contavam para a gente quando criança... Não!
Mas como aquilo que tem tudo a ver com vida, verdade, amor, perdão...
Perdão! Esta é a palavra...
O que José passou, creio eu, que acontecendo com qualquer um outro vivente, o desfecho não teria sido daquela maneira...
Não mesmo! Quem passaria por tanta injustiça, e continuaria confiando, amando?!... uns pensariam até em dar o troco...
Criticado, ultrajado, injustiçado, vendido como escravo por seus próprios irmãos...
O sofrimento foi grande.
Ninguém merece!...
O motivo?
Sonhava...
E contava os seus sonhos. Pensava grande...
Pois é, aqui está a arma que o transformou em Governador do Egito. De escravo a governador!... Governador do país mais rico da época. Com sua sabedoria o enriqueceu mais ainda. Tornou-se potência. O resto do mundo dependia dela - do Egito.
Forte! Muito forte!...
-Fidelidade e confiança incondicional ao seu Deus, o Deus de seus pais;
-Fidelidade e respeito aos seus superiores;
-Companheirismo com os seus iguais;
-Humildade, paciência, Fé, caráter...
-Zelo no seu trabalho... fazia sempre o melhor,
-Não importava o tipo de trabalho, nem para quem era... Dava sempre o melhor de si.
E, o mais lindo...
Esqueceu. Sim, esqueceu da casa de seu pai e do que eles fizeram com ele. Não guardou mágoa... Perdoou!...(Gênesis 41,51)
Aí está o segredo da vitória.
E não é historinha não! É vida, é verdade. Se não acreditam... é só experimentar fazer o que ele fez...
A mini série está sendo exibida às quartas feiras a partir de 21:30, na TV Record. Mas já está nos últimos capítulos.
Para quem não acompanhou, ainda tem jeito. É só entrar no www.r7.com.br, vai encontrar todos os capítulos. Vale a pena assistir.
Na Bíblia, a história de vida, começa no capítulo 37 e vai até o 47 do livro de Gênesis.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Isto é que é bom gosto..
Relíquia circulando na net.
Contraste de vozes simplesmente maravilhoso!...
Dois grandes artistas... Zé Ramalho e Elba Ramalho.
Dá gosto ouvir...
Contraste de vozes simplesmente maravilhoso!...
Dois grandes artistas... Zé Ramalho e Elba Ramalho.
Dá gosto ouvir...
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Que gostoso!...
Relembrar das brincadeiras, brinquedos,
Das músicas e da infância das crianças dos anos 80... Quanta criatividade e genialidade!...
Infância mais saudável e mais feliz...
Naquela época havia passado meu tempo de criança.
Era uma menina-moça sonhadora, mas...
Peguei carona com força e curti como tal.
Amei ver o vídeo que circula na internet.
Das músicas e da infância das crianças dos anos 80... Quanta criatividade e genialidade!...
Infância mais saudável e mais feliz...
Naquela época havia passado meu tempo de criança.
Era uma menina-moça sonhadora, mas...
Peguei carona com força e curti como tal.
Amei ver o vídeo que circula na internet.
Assinar:
Postagens (Atom)