A VIDA estava NELE e a VIDA era a Luz dos homens; A Luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevalecem contra Ela. João 1,4-5.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Um pouquinho de Governador Valadares...
Goval, Gevê ou simplesmente GV... Alguns nomes carinhosos para a nossa cidade situada na Região Leste, no Vale do Rio Doce de Minas Gerais. Ensolarada e Charmosa. Possui 263.594 habitantes (IBGE/10).
Uma das muitas Escolas públicas - E. E. Nelson de Sena.

Praça Serra Lima.
Ministério do Trabalho, Rua Belo Horizonte.


Praça da Estação - Maria Fumaça.
Esta maquete é uma gracinha. Quando ligada na energia os personagens do Tio Patinhas se movimentam fazendo uma construção.


Praça de esportes pública. São disponibilizados aqui várias modalidades de esportes para a população.


Praça do Shopping.
Uma parte da Av. Minas Gerais.

Shopping.
sábado, 16 de novembro de 2013
Estes dias tenho ouvido algumas canções sobre a família...
Uma delas é aquela música antiga, que diz:
“Tem certas coisas do meu tempo de criança guardo vivo na lembrança o aconchego do meu lar... Nos fins da tarde, quando tudo se aquietava, a família se ajeitava lá no alpendre a conversar. Meus pais não tinham nem escola e nem dinheiro, todo o dia o ano inteiro trabalhavam sem parar. Faltava tudo, mas a gente nem ligava o importante não faltava, seu carinho e seu olhar”...
É uma música linda. Toca a gente, principalmente em quem viveu um pouco e admira esse tipo de família...
Não sei, hoje tem muita gente falando e escrevendo sobre muitos assuntos. Muitos desses que dão muito ibope e são sucessos na mídia, na rede. Discutem-se nas redes sociais, faceboock, Orkut, instagram e...
Caem na boca e no gosto do povo... Sendo visto por milhares de pessoas no mundo inteiro... Sucesso ou vergonha total. Não importando nem com o conteúdo nem com o preço que se paga pela exposição descomunal... (Reconheço que quando bem usadas, são de grande importância e extraordinárias ferramentas para o homem).
Enquanto isso a violência imperando... Os lares desfeitos, o amor se esfriando, os valores transformando-se... E a dor aumentando nos lares, na família, na sociedade...
E eu aqui meditando. Longe do alcance de quase tudo e de quase todos. Feliz por não sentir-me obrigada a ter que acompanhar a maioria, tampouco concordar. Feliz de sentir-me livre para expressar... E falar daquilo que acredito, sem importar-me com números de visualizações... E com o que vão pensar! ...
Com a consciência tranquila e... Batendo na mesma tecla... Família... Valores...
Continuando a letra:" Eu muitas vezes vi meu pai chegar cansado, mas aquilo era sagrado, um por um ele afagava e perguntava quem fizera estripulia e mamãe nos defendia e tudo aos poucos se ajeitava. O sol se punha, a viola alguém trazia, todo mundo então queria ver o papai cantar prá gente. Desafinado, meio rouco e voz cansada ele cantava mil toadas, seu olhar num sol poente”.Isto era gostoso, a criança sentia-se amparada, confortada, feliz naquele aconchego... Acreditavam em seus pais. Respeitavam. O amor, a alegria, a espontaneidade faziam parte daquela família. Sentavam-se diante do outro, olhavam-se com amor, não faltava assuntos... Os risos eram dados com vontade. Se um se sentisse inseguro ou em dificuldades, a união dos demais aliviava o problema... Enfrentavam juntos.
E desconheciam que eram felizes, pois ainda não haviam experimentado o outro lado.
Muitos podem dizer: Há mas isto é passado! Acorda! Estamos no final do ano 2013, chegando em 2014... Outros ares, outros momentos...
Concordo. Mas ainda assim, confesso que aquele modelo de família era muito melhor e poderia estar presente até hoje...
E sabemos que o modelo atual não funciona...
O problema não está no progresso, na internet... Não! De maneira alguma. Mas dentro de cada um e em um todo. Na inversão dos valores... O TER e o APARECER sobrepujam o SER. E aí, não tem jeito de ser diferente...
Só mudaremos isto a partir de cada um de nós. Indo muitas vezes de encontro com o pensamento da maioria e sem hipocrisia... Sendo fieis aos nossos conceitos e princípios, andando na contramão da vida e se apegando no que realmente é valioso... Família, amor, fidelidade, sinceridade, respeito, cortesia e, sobretudo em Deus...
..."Correu o tempo, hoje eu vejo a maravilha de se ter uma família, quando tantos não a têm. Agora falam do desquite ou do divórcio, o amor virou consórcio compromisso de ninguém. Tem muitos filhos, que bem mais que um palácio, gostariam de um abraço e do carinho entre seus pais. Se os pais amassem o divórcio não viria, chamem a isto de utopia, eu a isto chamo paz”.
Iniciei dizendo que a música é antiga... Mas a verdade é que os gritos de dor na alma e nos lares nos diz que esse modelo de família, repito, caberia na vida de cada um de nós hoje e no amanhã, independente da evolução... Iríamos experimentar o quão bom é valorizarmos o simples. Sabendo acompanhar o desenvolvimento... Sem que a existência de um impeça a do outro. Ou seja, que avanço da tecnologia, a internet e o progresso em seu total significado não interfira nos valores da pessoa... Isto é fato.
Compartilho aqui este vídeo que está circulando na net.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Cruzeiro rumo ao tri...
Há apenas um jogo para o Cruzeiro tornar-se o campeão do Brasileirão/2013, não poderia deixar passar em branco este momento...
Encontrei este vídeo muito legal... Vale a pena ver.
Encontrei este vídeo muito legal... Vale a pena ver.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Minha doce Virgolândia...
Dia desses pensei em voltar em minha terra, minha doce Virgolândia, para tirar umas fotos da cidade e matar a saudade...
Mas passeando no Youtube olha o que encontrei...
Mas passeando no Youtube olha o que encontrei...
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Eu sempre acho que...
Eu sempre acho que é necessário aparecer... De alguma forma.
Não no sentido de gostar de se mostrar ou querer ser melhor que o outro... Não! Mil vezes não!...
Mas naquele sentido de não ser somente mais um no meio da multidão. Um rosto invisível, um olhar perdido, sem brilho, uma pessoa transparente... Isso não, de jeito nenhum!...
O que é isso?!... Você passar aqui nesta terra sem dar o seu ar da graça!... Que graça tem isto?!...
Sou daquela política de que algo em você tem que ficar registrado, de alguma maneira. A sua marca pessoal. A sua presença tem que ser forte e marcante. Sim esta tem que ficar.
Partindo do princípio que nosso ser aqui na terra é único. Não temos cópia. Não somos Xerox de ninguém... Então algo em nós tem que ser único também. Como assim?!... Sim temos que ser especiais em alguma coisa...
Não justifica você lutar tanto para chegar a este mundo... Passar tantas intempéries pela sobrevivência, ter que lutar contra tudo o que se opõe a você e tudo que tenta te impedir de caminhar... E continuar sendo só mais um rosto perdido na multidão...
Temos que buscar aquele “que” que é só nosso. Primeiro por dentro de verdade e com sinceridade e depois por fora...
Eh! É bem assim as pessoas que deixam suas marcas... De um jeito ou de outro... Na simplicidade ou na extravagância... Do seu jeito. Um jeito singular, só seu... Pessoas que a gente não esquece...
E assim também, vamos deixando a nossa...
Outras, porém, sentaram-se ao nosso lado, caminharam no mesmo caminho, trabalharam no mesmo lugar e não sabemos quem são...
Mas ainda assim, fica um pouquinho...
Não no sentido de gostar de se mostrar ou querer ser melhor que o outro... Não! Mil vezes não!...
Mas naquele sentido de não ser somente mais um no meio da multidão. Um rosto invisível, um olhar perdido, sem brilho, uma pessoa transparente... Isso não, de jeito nenhum!...
O que é isso?!... Você passar aqui nesta terra sem dar o seu ar da graça!... Que graça tem isto?!...
Sou daquela política de que algo em você tem que ficar registrado, de alguma maneira. A sua marca pessoal. A sua presença tem que ser forte e marcante. Sim esta tem que ficar.
Partindo do princípio que nosso ser aqui na terra é único. Não temos cópia. Não somos Xerox de ninguém... Então algo em nós tem que ser único também. Como assim?!... Sim temos que ser especiais em alguma coisa...
Não justifica você lutar tanto para chegar a este mundo... Passar tantas intempéries pela sobrevivência, ter que lutar contra tudo o que se opõe a você e tudo que tenta te impedir de caminhar... E continuar sendo só mais um rosto perdido na multidão...
Temos que buscar aquele “que” que é só nosso. Primeiro por dentro de verdade e com sinceridade e depois por fora...
- Conheço pessoas que passaram pelo meu caminho e que não me esqueço, apenas por causa daquele sorrisão aberto, dado com vontade. (Eridélcia).
- Lembro-me de pessoas que cruzaram o meu caminho, Com aquela delicadeza ao falar, aquela maneira educada de ser. “Há! Como é lindo a pessoa saber se comportar dessa maneira!” pensava eu... (Gisele, Denise).
- Daquela pessoa, educada, meiga, sincera, alinhada, olhar direto, aquele jeito de portuguesa... "style perfect lady". (Rosária)
- Lembro-me de outras que passaram por mim, pela alegria que transmitiam a cada encontro... (Alcione, Luiza, Betinha, Marinalva).
- Lembro-me daquela menina com o rosto lindo, sorriso puro, uma timidez verdadeira e que arrastava os olhares de quase todos os rapazes do bairro com aquele jeitinho fofo de ser. E eu a achava tão bonitinha também...(Sueli).
- Recordo de outras que nunca se esqueceram me parabenizar em meus aniversários, mesmo que muitas vezes esqueci os dela. Dá para esquecer uma pessoa assim?!... (Jaqueline).
- Lembro-me de outras que permaneceram comigo em momentos difíceis... Tem como não lembrar?!... (Gildésia, Erika).
- Lembro-me de pessoas pela maneira extravagante de ser, de se vestir... É o jeito dela... (...).
- Lembro-me de outras que falavam o que vinham em sua cabeça, depois choravam por ter se arrependido do que falou... (...).
- Outras que ao chegar ao trabalho, cumprimentavam com aquele BOM DIAAA! Sempre... Mesmo que muitos nem respondiam.(Cristina).
- E aquelas que viviam choramingando, reclamando de tudo, brigavam até com o vento que passava por perto... Não sei se chegou a lugar algum com essas atitudes, mas também não passaram despercebidas... (...).
- Nunca me esqueci do amigo de verdade, que chegou fazer pacto de fidelidade ao tempo de amizade. Acontecesse o que acontecesse, daquele tempo e daquela amizade nunca iam se esquecer. (Edmundo).
- Outros que chegavam em casa de manhãzinha em pleno domingo para me acordar, somente para conversar. Com muito sono ainda, virava para o outro lado, tampava os ouvidos para não ouvir sua conversa alta, lá da cozinha, com minha mãe "Ei dona Maria, cadê a Cidinha"?... Queria dormir mais um pouquinho... Mas não aguentava, sua conversa me contagiava, levantava, e sempre era uma alegria. (Josué).
- E aquele que sempre tocava no violão, a minha música preferida... Tem como esquecer?... (Taquinho).
- Outras que se encontravam num mesmo trajeto por muitas vezes. E apesar de nunca terem se falado, porém os olhares diretos e amigáveis nos diziam que eram conhecidas de longos anos. Depois de um grande lapso temporal, ao encontrar novamente cumprimentaram-se como se amigos houvessem sido... (nunca fiquei sabendo o nome).
- Daquelas que não mediam esforços para promover encontros dos amigos e colegas de trabalho, após longos anos distantes... Somente para viver a alegria do reencontro... (Pretinha).
- E, em um encontro desses, lembramos daquele novo colega de trabalho que chegou arrasando corações. Tipo, moreno, alto, bonito e muitíssimo educado. Isto nos anos 80. Ele não sabia desse episódio, que ele "arrancava suspiros". E todos cairam na gargalhada... (Heraldo).
- E daquele que tinha uma presença de espírito tão grande. era tão alegre, que contagiava todos que estavam ao redor. (Dalvimar).
- E daquela pessoa que sempre fazia o que você queria. Estava sempre disposto a agradar. Sendo somente grande amigo. Dá para esquecer? (Itamar).
- Lembro-me que uma vez estava em meu trabalho, eu tinha mais ou menos dezoito anos, adentrou um rapaz que eu pouco conhecia com um pequeno buquê de flores silvestres. Entregou-me, dizendo "são para você!"... Não tive tempo nem de agradecer o gesto simples e único, pois saiu rápido e nunca mais o vi... Não me esqueci desse episódio. Achei lindo!... E amei receber aquelas flores... (fiquei sabendo mais tarde, que o nome dele é Serafim).
Eh! É bem assim as pessoas que deixam suas marcas... De um jeito ou de outro... Na simplicidade ou na extravagância... Do seu jeito. Um jeito singular, só seu... Pessoas que a gente não esquece...
E assim também, vamos deixando a nossa...
Outras, porém, sentaram-se ao nosso lado, caminharam no mesmo caminho, trabalharam no mesmo lugar e não sabemos quem são...
Mas ainda assim, fica um pouquinho...
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)