segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

"´Nóis Trupica, mas não cai"

Hoje, 05 de dezembro 2011, nós Cruzeirenses acordamos de alma lavada,
bem lavada e enxaguada...
Passamos a útima semana toda, ouvindo piadas, gozações da torcida adversária, quando o Cruzeiro, um time de tradição, campeão por natureza, chegou ao final desta temporada na obrigação de ganhar o “clássico”, para não cair para a série B do campeonato nacional.
Fácil? Não a gente sabia que não... pensei: será que segunda feira, vou ter que engoli aquelas piadas todas, vendo o nosso time, aquele, que desde que me entendo por gente é meu time do coração, na série B?!.... Mas... para nossa surpresa e alegria, o Cruzeiro meteu seis gols no Atlético, jogando um futebol de garra, graça e leveza, no adversário principal, sendo o resultado mais elástico dos clássicos até hoje. O Cruzeiro, mesmo lutando para não cair para a segunda divisão, mostra que é um time valente e vencedor, pois foi uma vitória esmagadora, daquela que fica para a história.
E hoje vejo uma foto em um jornal de um animado torcedor com um cartaz e a frase: “Nóis trupica, mas não cai”... ri demais... “Eita nóis”!...
Parabéns ao time Campeão!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Brasilidade.

Abro os olhos lentamente,
Agradeço a Deus pelas primeiras horas do dia, e pelo sono perfeito;
Levanto-me, tomo um banho gostoso, água quentinha e aconchegante,
O café, aquele cheirinho indescritível, aquele sabor incomparável;
Apronto-me para mais um dia, o perfume, o sapato, o batom... mais um dia de trabalho;
Ando nas ruas ligeiramente;
Uma melodia me chega aos ouvidos, olho em busca... um rapaz numa construção civil, cantarolando... o outro assovia;
O cachorro passa na minha frente;
O motorista apressado buzina;
Um grita “oh o moto-taxi”;
Defronte a rodoviária: “quem quer ir para Teófilo Otoni, Ipatinga, BH”...
Nas esquinas e nas calçadas, as bancas com frutas diversificadas, agradam aos olhos e aguçam o apetite;
“E o nosso Cruzeiro, série B ou série A”?!..., e eu olho, querendo entrar na conversa alheia e responder: “claro série A”. Contenho-me... Apenas, sorrio...
È o nosso Brasil... Espontaneidade, nossa brasilidade.

Sonho!

Sonho quando durmo,
Mas não gosto...
Porque, se é bom ou ruim
Nada em minha vida muda...
Como dormi, acordei.

Sonho acordada,
Deste eu gosto;
Me dá vida, me dá prazer...
Tenho força para lutar e vencer...
Então, este sonho, quero sonhar até... morrer

domingo, 6 de novembro de 2011

Na sombra do Altíssimo...




Quando falamos em sombra,vem em nossa mente a imagem daquele sol escaldante, calor, suor, cansaço, respiração ofegante, sensação de desconforto e a gente ali debaixo desses infortúnios todos, e de repente deparamos com uma árvore frondosa naquele lugar e sob ela uma sombra deliciosa. Aproximamos, sentamos e recostamos em seu tronco forte e aconchegante; fechamos os olhos e ligeiramente nos entregamos àquele momento de paz e de sossego. O desconforto vai embora dando lugar a um bem estar incomum. Sentimos-nos acolhidos.

É assim mesmo que sentimos diante das adversidades da vida, é como se tivéssemos sob o sol forte, cansados, tristes, ofegantes, desanimados e às vezes nos encontramos num “beco sem saída”...

Temos duas opções: Permanecemos no mesmo lugar, estagnados e continuamos com o peso do sofrimento ou olhamos para o nosso Criador e buscamos o Seu esconderijo e a Sua Sombra...

“Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente, diz ao Senhor: meu refúgio, meu baluarte, Deus meu em quem confio, pois Ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Cobrir-te-á com suas penas, e, sob suas asas estarás seguro, a sua verdade é pavês e escudo.
Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio dia...”.

Transcrevi  uma parte dos Salmos 91,  porém este Salmo inteiro nos diz de uma segurança e conforto singulares, incomparáveis, que nada nem ninguém pode nos dar, somente os teremos se habitarmos no esconderijo do Altíssimo, na Sombra do Onipotente...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O Reencontro

Postei algum tempo atrás sobre o meu primeiro emprego...
Aquele do flamboyant... do Serviço de tratamento de água de minha cidade!...
Hoje o pé de flamboyant já não se encontra no mesmo lugar, deu lugar a outras plantas.
Não tão elegantes e robustas como ele...
Trinta anos não são trinta dias... Mas ainda assim não foram anos suficientes para apagar de nossas memórias,as alegrias e emoções vividas naquele lugar, época em que colegas de trabalho não eram somente colegas, mas pessoas que se sentiam "responsáveis" umas pelas outras. Preocupávamos com o que outro sentia... Se estava triste, alguém estava ali para ouvir, para compartilhar e... para sentir juntos; Nos finais de semana reuníamos em alguma casa ou em alguma chácara para passarmos o dia... momentos de laser, de alegria que contagiava a todos. Havia comemorações de final de ano, natal. Envolvíamos-nos com os preparativos, com a festa. No final do expediente, quem disse que queríamos ir embora?!... Não! Ainda ficávamos mais um pouco na quadra gramada, aquelas graminhas verdinhas e em volta dela, no alto algumas simples, mas belas árvores verdes, aquele verde com vários matizes que contrastavam harmoniosamente com o sol e o céu azul. Aquela quadra ficava atrás do escritório, permanecíamos ali para jogar voleibol. Tudo era muito espontâneo, mágico... muito bom, nos sentíamos como uma só família.
Trinta anos depois... Estamos prestes a nos reencontrarmos, O dia marcado é 29 de outubro, um dia após o “dia do servidor”. Já se encontra comigo o convite, para o tão esperado dia.
Amigos estão vindo de Brasília, São Lourenço, Rio de janeiro e de vários outros lugares... Somente para este encontro... rever os amigos de outrora. Dar aquele abraço gostoso... abraço carinhoso recheado de saudades. Neste momento me recordo de um cartão que recebi naquela época (tempo em que se ganhava e davam-se cartões com dizeres românticos, quando eram de amores; carinhosos, de amigos), esse em especial continha os dizeres “Amigos, a gente encontra, o mundo não é só aqui”... (Dominguinhos). É colega/amiga... hoje constato a veracidade desta frase... Amigos a gente encontra... e como encontra! Mas aqueles que marcam por décadas, que viajam longas estradas para se encontrar... só mesmo, aqueles muito especiais. E são estes, que no dia 29 de outubro deste ano teremos o prazer de abraçar e perguntar ... como está amigo?!...
Não posso me esquecer daqueles que partiram e que não podem mais regressar... Sentiremos eternas saudades... muitas saudades deles e de momentos maravilhosos, em tempos distantes compartilhados.
Agradeço a Deus, por nos permitir esta alegria e oportunidade...
Beijos a todos os servidores do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Governador Valadares, em especial aqueles dos anos 1979 a 1985, anos em que lá estive presente.

domingo, 2 de outubro de 2011

Feliz!...


Sim Feliz...
De novo... sorrindo; De novo crendo...
De novo vendo o sol radiante; O brilho da lua...
As estrelas cintilantes no céu...
O cantar fiel e agradecido dos pássaros...
As cores com mais cor...
Sim! reencontrei o Deus que novamente me deu esta oportunidade... de ser feliz!...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Devia ter amado mais...


Lindo Vídeo que circula na net. Epitáfio - Titãs.


A letra da música do Titãs - Epitáfio, é uma grande realidade, é algo para meditarmos. O nome da música já diz tudo. Só descobrimos, após, o conhecimento de nós mesmos;
após, a descoberta do que realmente vale a pena, e que é importante para nós.
Esta descoberta, pode levar anos, ou uma vida inteira...

É a pura verdade... Temos o grande defeito de valorizar depois, aquilo que no momento já faz parte do passado. E na maioria das vezes, não podemos mais reverter a situação. Aí vem os pensamentos: precisava ter agido assim?!... Tinha que responder desse jeito?!... Poderia ter levado as coisas mais na "espotiva"...

Se eu valorizasse menos a situação, ou, quem sabe, valorizasse mais...
Teria sofrido menos... Teria feito alguém mais feliz... Teria ferido menos, maltratado menos,
teria sorrido mais,
chorado menos, ou... Chorado mais,
teria ouvido mais, aceitado mais e amado mais...
E tudo poderia ter sido diferente...

Com certeza, estaríamos hoje mais felizes.
Levamos muito a sério, o que não é tão sério.
E não valorizamos o que deveria ser valorizado.

É... reverter a situação, não podemos, mas podemos começar agora mesmo dar um outro rumo ao nosso caminho...
E o primeiro passo é agradecer a Deus pelas esta oportunidades,
e valorizar mais, o maior presente que Ele nos deu - a vida e a alegria de viver.
Reconhecendo que nada somos,
que precisamos uns dos outros para sermos felizes...