quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Galo não, mamãe!...

No último final de semana, em um encontro de família, minha irmã mais nova, contou-nos um episódio engraçadíssimo, digno de ser compartilhado. Todos riram demais.
Ela faz parte da “família acolhedora”. É aquela que cuida da criança até que seja adotada.
E vieram para ela e o marido um lindo presente, aliás, dois presentes, há uns dois anos atrás e permaneceram até abril deste ano.
Duas meninas gêmeas, fofíssimas, lindas, inteligentes, uma verdadeira graça.
Já foram adotadas... Snif! Não estão mais com eles... Por lei, a família acolhedora não pode adotar.
Eles ficaram tristes demais... Já se sentiam os verdadeiros pais.
As meninas, assim como o pai acolhedor, são cruzeirenses.
Inexplicavelmente, são cruzeirenses até mais que o pai. Com apenas dois ou três aninhos vibram com tudo que diz respeito ao Cruzeiro. Estas são das minhas... Tem roupas, bandeiras e tudo mais do cruzeiro.
E conseqüentemente, como todo cruzeirense que se preza, não gostam de nada que se refere ao Atlético rsrsrs...
Pois é, aí é que ocorreu o fato. Uma das meninas caiu e machucou a testa e abriu o maior berreiro, chorando que só.
E minha irmã, cheia dos mimos para com ela, passou a mão em sua cabecinha e disse “coitadinha"! Deu até um galo!...
Prá que?! Ela parou de chorar, olhou para a mãe bem séria e soltou essa: _ Galo não mamãe, galo não!...
E a mãe sem entender bem, perguntou: _ O que é então? E ela, aquela coisinha mais fofinha, respondeu: - É Cruzeiro.
E saiu para brincar, esquecendo-se da queda. Linda demais.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Meu filho, meu menino...

Veio, quando menos esperava...
Foi chegando de mansinho...
Invadindo o meu ser de pouco a pouco.
De repente, aquela criaturinha, indefesa, linda.
Entrou no meu mundo com força...
Trouxe alegria e vida.
Alegrava-me em ver aquele sorriso expontâneo, sincero... Deslumbrante!

E...
Quando, cansada da labuta, às vezes,sem forças
Para lutar...
Aqueles olhinhos brilhantes, cabelinhos negros,
O meu moreno, cor de jambo,
Olhava-me, sem nada falar...
Dizia-me tudo.

Que era preciso caminhar, seguir adiante.
Que confiava em mim... E de mim, precisava.
E lá no meu interior, o respondia...

Sim, vou continuar... Conte comigo... SEMPRE.
Amo-te, incondicionalmente.
E em você acredito...

Meu filho... Meu menino!

Parabéns meu lindo Lucas,
Pelos vinte e cinco aninhos...
Que Deus o abençoe poderosamente, em Nome de Jesus!
Com carinho de sua mãe.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Parabéns prá vocês...

Parabéns para a minha lindinha Carla, pelo niver...
Parabéns para o meu amado esposo! E também, parabéns para o meu pai.
Os três comemorando aniversário neste dia.
Data forte e festiva...
Que Deus os abençoe!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Necessito...

Senhor, necessito do silêncio para:
Ouvir-Te,
Falar-Te,
Pensar,
Tomar decisões,
Ver.

Ir além,
Do egoísmo, das aparências,
Da insensatez.

Necessito do silêncio para:
Olhar para o meu interior.
Conhecer melhor o meu eu,
Entender mais o outro...

Necessito saber ouvir,
Calar-me. Sossegar-me.
Confiar.
Ver o lado bom.

O silêncio nos diz muito...
Necessito...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

"Pagando mico"... por amor!

Coisas lindas que acontecem em nossa vida... gestos pequenos, mas profundos.
Olhando agora, achamos engraçado. Coincidências ou propósitos. Não sei. 
Minha filhinha, a Carla, tinha nove ou dez anos.

Era dia das crianças. Havia festa, bolos, balas, brincadeiras e... Sorteios de brinquedos para cinco crianças em uma comemoração, na Igreja. 
Havia umas cinquenta crianças concorrendo. E eu ali torcendo para que ela ganhasse o brinquedo. Mais pela vontade de vê-la feliz participando. 
E... Não é que ela ganhou mesmo?!... 

O meu presente
Quando mencionaram o número dela, fui eu quem saiu correndo, como uma destrambelhada, (rsrs) quase “atropelando” quem estava em minha frente para pegar aquele presente. Entreguei para minha filha como se fosse o maior presente do mundo, um troféu. Era apenas uma bonequinha com sua banheirinha de plástico, um brinquedinho mais simples do mundo... rsrsrs.
Mas naquele momento era a coisa mais linda. 
"Paguei o maior mico", para vê-la feliz... 

Uns dois anos mais tarde. Era dia das mães. E a comemoração estava forte na escola, poemas, flores, lembrancinhas. 
Mas... tinha o bendito sorteio, para três mães.
Olhei para minha lindinha e os olhinhos dela brilhavam de vontade de oferecer a mim aquele presente. Outra vez... não é que eu fui sorteada?!...

As lembrancinhas
Só vi quando minha filha, com dez ou onze anos, saiu correndo e gritando... É minha mãe, é minha mãe. Pegou o presente me entregou com aquele sorriso mais lindo do mundo. Era um” porta-qualquer-coisa”, um simples presentinho...

Guardo nele, as lembrancinhas da infância deles, cartões, mechas de cabelo, flores, enfim guardo as recordações de declarações de amor deles para comigo. 
Hoje recordo com alegria os micos que pagamos pela vida, mas vale a pena. É por amor...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Peregrinação no telemarketing

Com o avanço da tecnologia, perdemos muito do contato interpessoal, o que tem deixado a desejar. Esta semana precisei resolver alguns probleminhas sobre as prestações de serviços brasileiros de internet, TV paga e outros. Percebi o quão difícil e desgastante está para o consumidor. Parece até que o contrato funciona somente para o momento do pagamento da fatura. Você perde o seu tempo com telemarketing. Fica aborrecida. Com uma sensação de incapacidade de resolver problemas pequenos. Você percorre um verdadeiro calvário. Liga uma, duas, três vezes... Aparece um atendente robô ou melhor, atendente virtual dando-lhe as opções no menu de atendimento. No mínimo você é obrigado ficar dez minutos ouvindo baboseiras, que não diz respeito com nada que você quer. Em seguida, se escolher a opção de conversar com uma pessoa atendente, precisa esperar mais um cinco minutos, sendo obrigada a ouvir as propagandas, que a esta altura, me soa como enganosas, da prestadora de serviços, como se você não tem mais nada a fazer na vida. Até que chega o bendito atendente. Ufa! Vou ser atendida agora. Engano. O atendente, pergunta o seu nome. Esperançosa, você responde. Para sua tristeza e decepção, ele diz: Um momentinho, por favor, senhora! Aí você espera mais três, cinco, sete... minutos, mas ainda não é atendida. O telefone fica mudo. Você não sabe se desliga, ou se espera. No impasse, quando você pensa em desligar... o telefone já está desligado. Meu Deus! Quanto desrespeito! Quanto abuso! Repete a peregrinação, duas, três vezes, até ser atendida. Aí você já está mal humorada, revoltada, não consegue conversar normal. Se não tiver paciência, e diga-se, muuuuuuuinta paciência mesmo, não vai conseguir ser atendida. Vai ficar sem o produto, tendo que pagar por ele. Quanta indignação! Decepção! Tristeza, por nosso país. Poderia ser diferente. Um país que cresce tanto por um lado. E o povo brasileiro sofrendo tanto, por outro! E às vezes não tem consciência disto. Pensa que é normal. Mas não é normal e é extremamente revoltante ter que conviver com tamanho descaso da classe empresarial brasileira. Resta-nos procurar a justiça. E confiar que vai dar tudo certo.

sábado, 12 de maio de 2012

Saudades de meus filhos...

Hoje estou um pouco nostálgica. Talvez por preceder o dia das mães. Saudades de minha mãe... Saudades dos dois filhos que se encontram longe... E esta música de Adele me faz Lembrar de dois meses atrás, quando pelas ruas de Orlando ou em casa, ao som de "Someone Like you", aproveitava cada momentinho, junto deles. Sabendo que são momentos únicos. Não se repete. Não da mesma maneira. Mas sei que teremos muitos outros momentos maravilhosos para juntos aproveitarmos mais... Procuro amenizar um pouquinho a saudade,ouvindo esta bela música no vídeo que circula na net.