sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

 

OS PENSAMENTOS VOAM...






Os pensamentos vêm e vão... E estacionam no lugar conveniente naquele momento...

Não quer sofrer!

Aquele lugar quentinho, com a cabeça no colo da mamãe... O lugar mais seguro que podemos ter aqui nesta terra, humanamente falando.

Sonhamos em crescer, nos tornar adultos, ser dono do próprio nariz, e luta por isso por anos a fio...

Quer vencer em todos os sentidos...

Construir sua própria família... jurar para si mesmo que vai educar seus filhos sem os limites outrora impostos a nós que nos causaram medos e inseguranças ao longo de nossa caminhada. Não! Meus filhos não vão ser assim. Mas chegamos à conclusão de que não há maneira certa de educar filhos, a gente somente vai vivendo e não temos tempo para entender aquele momento e concluímos que tudo foi certo, tanto a educação de nossos pais como a nossa para nossos filhos... O que não foi bem, se ajeitou no meio do caminho. Cada pessoa é livre para viver a sua vida, e mudar a rota quando precisar. Não há erros, nem acertos, tampouco culpa.

Um dia falei para minha mãe:  A senhora escolheu nomes bonitos para todos os meus irmãos, só o meu que é feio! Meu nome: Maria Aparecida.

Ela falou para mim: Todos os nomes dos seus irmãos são normais, o seu eu escolhi o nome mais bonito, pois é o nome da Senhora Aparecida. Somente olhei para ela com carinho e sorri. É a fé dela. Sem discussão. Achei fofo ela dizer que o meu nome era o mais bonito de todos.

Porém é um nome que fora do nosso país, não gosto de mencionar, pois não é muito bem entendido, significa algo que “apareceu”. Uma cubana amiga de meu filho, quando falei o meu nome, se assustou e disse que no país dela é algo que apareceu, como uma assombração, sorriu e todos que estavam perto a companharam e os outros eram de outros paises. Fiquei muito desapontada! Vai que nos seus respectivos lugares é assim também! Decidi, que o meu nome seria Maria. E não vai contra a fé, pois é o nome da mãe do nosso Senhor Jesus.

Fora do Brasil sou simplesmente Maria. Sim, deste nome eu gosto.

Queremos vencer em nossas profissões. Estudamos, somos comprometidos. Muitas vezes deixamos a nossa família para fazer o que precisamos para vencer nessa área. Mas quando chegamos, temos a sensação de que as pequenas coisas eram mais importantes para nós... Às vezes tenho a vontade de que o tempo não tivesse passado e que eu sabendo o contexto, pudesse preencher as lacunas deixadas lá atrás... Mas tudo é vida! A caminhada não tem volta, apenas adaptação no caminho.

A vontade de voar... mudar de ambiente. Estar em país de 1º mundo. Sim maravilhoso!

Mas às vezes me deparo com pensamentos de que seria mais feliz se eu estivesse em um lugar calmo onde tenha lagos, rios com água cristalina; pássaros de variadas espécies; pôr do sol; estrelas; o barulho da noite; o coaxar dos sapos e o canto dos grilos; fechar os olhos e ao abrir somente ver as luzes das estrelas e dos vagalumes; o abraço gostoso da brisa; Acordar com o canto dos pássaros; sem medo, sem insegurança, sem tristeza, sem lembranças e mais nada!

Será que eu seria feliz assim? Não! Com certeza não, sentiria falta da minha vida. Porque a minha vida é esta.  Com erros e acertos. 

Mas não descarto fazer um belo passeio em um lugar assim e vivenciar toda a pureza e beleza da natureza! Amo esta simplicidade! É tudo de bom! Tomar aquele cafézinho à beira de um fogão à lenha e papear com aquela senhorinha linda, cheia das experências mais profundas da vida. Ah que saudade desse tempo! Que saudade da minha mãe!...

Quero aprender com elas, com as senhorinhas... Quero estar em um lugar assim. Com certeza quero!

Agradeço a Deus por tudo que vivi e tudo que Ele tem me proporcionado até aqui!

E os pensamentos voam...

 

 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

 


O DIA EM QUE CORTEI RELAÇÕES COM A MATEMÁTICA... Mas não total, só um pouquinho... rsrsrs

Então, sempre amei a matemática, números, resolver problemas... equações, regra de três, cálculos etc. A vida toda convivi muito bem com a matemática desde criança até o primeiro ano do nível médio. Achava estranho quando as pessoas falavam que não gostavam da matéria. Eu brincava com os números... E, me achava, pois em minhas respectivas classes em todos os anos, sempre me destacava nas notas... eram entre 9; 9,5 e 10...

Pensava em ser uma contadora, professora de matemática ou de física... Uma engenheira, sim! Uma engenheira civil, pois junto com a matemática, sempre gostei muito de construções... Acho lindo e uma arte a construção de um edifício.

Sempre quando ando pelas ruas observo as construções! Penso na engenharia e nas mãos simples, calejadas e hábeis daqueles que as construíram... Os vejo como artistas.

Pois é, mas chegou o dia em que tive um grande bloqueio em relação aos números...

 Após o segundo grau, fiz vestibular de licenciatura em matemática, isto no início dos anos 80, tinha vinte e poucos anos de idade, uma menina! rsrsrs. Estava realizando um sonho! Naquele tempo em que fazer grau superior, era somente para filhos de ricos rsrs, ou teríamos que ter muita força de vontade, para fazer uma faculdade. Não tínhamos esta facilidade de hoje. E estudar no MIT/GV era uma ostentação, uau!!! Mas eu podia pagar minha faculdade, pois havia passado em um concurso público municipal, e o salário era somente para mim. Resolvi aproveitá-lo nos estudos. O primeiro dia em que coloquei meus pés ali naquela universidade, me senti a pessoa mais realizada do mundo, naquele momento... Era tudo que eu queria. Amava estar naquele meio, aquele ambiente estudantil, alegre e jovial; de expectativas e sonhos; aquele lugar lindo! 

Abro aqui um parêntese, pois me veio à mente uma recordação forte de uma música linda que marcou esse tempo - Deusa do amor de Pepeu Gomes... " E foi assim, uma luz brilhou no céu de noite/ E fiquei louco a olhar/ E foi assim/ Pintaram tantas coisas pra mim/ Que nem dá pra acreditar..." Sempre que a ouço, me lembro daquele tempinho de sonhos e expectativas, da leveza de um tempo sem marcas, nem cicatrizes! Fecho o parêntese.

Mas quando comecei a estudar, que decepção! Para começar eram quatro matérias distintas envolvendo números: Cálculo I, Física, Vetorial e Descritiva e mais outras matérias que não me lembro agora... Surtei! rsrs... Eu que pensava que sabia muito de matemática, ali descobri que não sabia nada, ou quase nada!

Até o segundo grau, a gente fazia os exercícios partindo de uma fórmula matemática. Ali não! A gente precisava descobrir a fórmula, para após, realizar o problema... Uau! Eram informações demais para mim rsrsrs

No nível médio fiz Magistério, acabei não estudando a matemática do 2º grau; Estava aprendendo a dar aula para crianças. Este foi o problema! Perdi as informações que dariam sequência na faculdade.

E no grau superior não conseguia acompanhar os colegas... Não sabia nem do que se tratava. Me perdi totalmente! Ao final dos primeiros seis meses, com muito esforço, passei para o segundo período, mas não consegui passar na matéria Cálculo I... Continuaria então, fazendo o segundo período, arrastando o cálculo I do primeiro, somado ao Cálculo II do segundo. Ah não!... Desisti! E nunca mais quis saber das ciências exatas como profissão; números e cálculos nem pensar! rsrsrs. Me senti tão mal, que até o que eu sabia,  esqueci. Deu um branco na cabeça, quase não estava conseguindo fazer as quatro operações básicas da matemática rsrsrs (brincadeirinha). Houve um bloqueio quase que total.

Alguns anos mais tarde concluí o curso relacionado à ciências humanas que não tinha nada a ver com números em si, mas com muita leitura e ali permaneci - O Direito. 

Continuo achando linda a engenharia e a construção civil... Mas quero ver somente como uma linda profissão e como uma arte. Admiro a engenharia! Não é para qualquer um. O(a) engenheiro(a) tem o meu respeito e minha admiração!

Estou contando este pedaço de minha trajetória, para demonstrar que podemos mudar os nossos planos, e o rumo de nossa vida sempre que achar conveniente, ou não! Podemos encará-los também! Sempre há tempo para descobrir o nosso caminho e a uma nova direção.

“Nada a temer senão o correr da luta, nada a fazer senão esquecer o medo...”Milton Nascimento.


terça-feira, 26 de novembro de 2024

Saudades... Tempo de chorar.


Tem dia que precisamos aliviar a dor da alma, colocar para fora o que nos machuca...
A saudade que bate forte! Os pensamentos que vagueiam em busca de algo que não encontra...
Aliviar neste momento é rever quem amamos, mesmo que seja na

memória e nas fotos...
Deus tem nos ajudado muito... Muito mesmo, se assim não fosse, não estaria aqui lutando todos os dias para estar de pé. Sorrindo, participando...
Caminhando como se tudo estivesse dentro da normalidade,
quando a realidade grita e chora...
Um ano e quatro meses de muita fé, luta, saudades, desafios e muitas lágrimas... Sem minha amada filha!

Mas sei: O levantar é todo dia! 

sábado, 31 de agosto de 2024

POSTAGEM FEITA NO FACEBOOK, NO DIA 20/08/2024. Postando aqui para ficar registrado. 


Aparecida, Você vai passar os 65 anos "em branco"? Vai fazer nada não?!!!

Não! Não vou fazer nada.
Mas vou descrever um pouquinho sobre o significado desses 65 anos... Uau!

Quando estava para completar 60 anos em 2019, pensava que era muita idade para mim rsrsrs. Cheguei a falar que é uma idade para as nossas mães, não para nós. Me sentia vibrante, jovial, alegre... Fiz até uma reunião bem agradável com a família e os amigos do grupo jovem, amigos desde os anos 80, com bolo, um jantarzinho saboroso e muitos abraços, conversas e gargalhadas, ao som das músicas daqueles anos.
Sessenta e cinco anos, então, seria idade para nossas avós rsrsrs, não para nós meninas ainda cheia de vida, com lutas é verdade, mas muita coragem para continuar, apesar das guerras e dificuldades que enfrentamos.
Confesso, que acordei hoje pela manhã, meio que sentindo o peso da idade... Ai meu Deus, como assim?! Sessenta e cinco anos!! Euzinha aqui?!!
Sempre pensei que tenho uns cinco anos a menos. Sempre acho que os números são muitos para mim. É como sinto... Vou fazer o quê? rsrsrs
Iniciei minha rotina, fazendo o meu devocional, o meu tempo com o nosso Criador e Pai... E no estudo do 20º dia, fala sobre a “Vitória na provação”... Lendo e meditando, entrei dentro daquela reflexão.
Sim, que bom que não somos aprovados pelos bens que possuímos, nem pelo estudos e diplomas, tampouco pelos sucessos pessoais... Se assim fora... aiaiai!
E que de nada dependemos para sermos aprovados nesta vida... A não ser de nossas DECISÕES... E Decisão de nos submetermos ao senhorio do nosso Pai Eterno.
Aí somos livres de verdade, felizes e temos paz; porque não dependemos das circunstâncias... É o que me atentei hoje.
Me senti tão livre e tão feliz!
Obrigada, meus Deus, por esta visão neste dia tão especial para mim.

Levantei, sorri para mim mesma; levantei as mãos para alto como faço de vez em quando, e disse audível: Que venha meus sessenta e cinco anos... Uau! Consegui chegar até aqui! E sigo.
Assim comemoro este dia tão lindo! Agradecendo a Deus por tudo!

Também por todos os meus sonhos da infância e da juventude que foram realizados...
Sério? Sim, sério! Deus realizou cada sonho meu, em detalhes... Amo!
Gratidão! E ainda estou caminhando... Tenho mais alvos.
E tem uma coisa, meus amigos... Não sei comemorar nada sem a minha família... Não existe Aparecida sem a família - filhos e marido...


Por isto as fotinhas aqui são dos maiores e melhores presentes que Deus me deu aqui nesta terra, pelo que agradeço!
Agradeço, também o carinho de todos os amigos!
Deus abençoe todos!
Todas as reações:
Cinthya da Pascoa, Carol Dornelas e outras 33 pessoas

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

 

    QUANDO TODOS OLHAM PARA A TERRA...


Não me lembro bem, mas creio que eu estava na oitava série, do primeiro grau, era assim a nomenclatura no início dos anos 80, hoje depois de consulta na internet, descobri que é o 9º ano do ensino fundamental.

Então, me assentava nas primeiras cadeiras da sala de aula, e como toda adolescente, tinha o meu grupinho de amigas, mais ou menos umas quatro meninas e uns quatro meninos. 

Conversávamos, brincávamos... Nos finais de semana costumávamos encontrar com aqueles mais chegados, para um cineminha ou em nossas respectivas casas.

Por incrível que pareça, acreditam que eu não percebia nos outras colegas? Como era possível isto? Éramos mais ou menos 40 alunos. Passavam totalmente despercebidos. Talvez se encontrasse na rua, mal, mal dava uma olhada... Uau!

Éh! às vezes julgamos os comportamentos,  e não percebemos como nos comportávamos no passado...

Ah! Mas já passou. Com a vivência e maturidade aprendemos muito e mudamos nossos comportamentos. Ainda bem, que temos a oportunidade de sempre melhorar.

Mas aqui me lembro de um fato interessante.

Do nada uma menina, que até aquele momento não conhecia, mal sabia o nome apesar de ser minha colega nessa classe.

Se aproximou de mim e entregou-me um cartão lindo. Daqueles cartões típicos dos anos 80... cheios de carinho. E no cartão estava escrito “QUANDO TODOS OLHAM PARA A TERRA, QUE EU SAIBA OLHAR PARA O CÉU”.

E ela escreveu: De sua amiga F...

Olhei para o cartão, olhei para ela... Levantei-me e lhe dei um abraço apertado, com um profundo sentimento de amor.

Nunca mais esqueci daquela menina.

Uns vinte anos depois a encontrei. Eu no meu trabalho. Ela veio trazer alguns documentos... Conversamos muito, com muita alegria. Ela me disse que estava trabalhando em uma contabilidade, mas que estava montando uma loja de festas infantis.

Para vocês verem como é importante um gesto de carinho...

Vamos aproveitar esse momento propício, neste final de ano e renovarmos os nossos laços e fazer novos, que no momento não conhecemos, mas, que pode se transformar em uma linda história.

Aquela menina com um gesto tão simples me fez compreender a essência do amor... Me abriu os olhos para uma nova amizade.

Onde você estiver minha amiga F., que Deus esteja contigo! E que Ele te faça imensamente feliz!

Amei aquele seu gesto... Guardo o cartão até hoje, dentro dos meus guardados e dentro do meu coração.

OLHAR PARA O CÉU NOS AJUDA A LEVANTAR EM QUALQUER SITUAÇÃO.

ENTÃO, QUE SAIBAMOS OLHAR PARA O CÉU!

 

domingo, 30 de outubro de 2022

AH, AS REDES SOCIAIS!... E OS FLASHS DA VIDA.                                                        

Histórias boas e extraordinárias nas redes sociais...  fotos em lugares exuberantes, sorrisos largos, passeios, casamento feliz, declarações de carinho e de amor, conquistas...

Vem no pensamento questionamentos que gritam…

A vida é esta maravilha toda? ela só dá certo, tem problema não?!....

 Somente eu que vivo os altos e baixos dela? Numa luta constante… Num corre, corre... trabalho, estudo, ansiedades, boletos a pagar, cabelos por pintar, unhas a serem feitas, luta, luta e luta… Conquistas,  alegrias, viagens, sonhos que se realizaram e outros a serem realizados... coragem para continuar sempre... 

Uma verdadeira roda gigante, às vezes no alto, às vezes no baixo, às vezes subindo, às vezes descendo... Não é esta a realidade de todos?... Penso que sim.

Cada cabeça um filme… Todos temos a nossa coragem, as nossas inseguranças, nossos medos, nossas vitórias, nossos fracassos, nossos erros e acertos.

Temos esta consciência, nos conhecemos e sabemos que essa mescla nos individualiza, nos torna quem somos.

Não há felicidade completa, feita, pronta…  Ao buscá-la, muitas vezes a encontramos nos detalhes, no simples, no dia-a-dia, na doação, na gratidão, no trabalho, na paciência, na persistência, nas realizações, na família, na fé, na beleza do mar, das flores, no pôr do sol... O resumo de tudo isto é: em Deus e em suas

grandiosas  obras...

Retemos o melhor, e nos mostramos como somos e como queremos ser…

A realidade nos desperta todos os dias, para que não nos acomodemos!...

E as redes sociais? Ah as redes sociais são feitas de momentos, de alguns flashs da vida.

A caminhada, porém, é longa, trabalhada, esculpida, e que nos ensina, faz crescer e valorizar cada momento.

E a nossa essência?... Somente para os essenciais a nós.

 

 

sábado, 22 de outubro de 2022

 

A meia arrastão... O meu sonho infantil.


Aquelas pernas longas, torneadas, com aquela meia arrastão, aquele salto... andando para lá e para cá.

E eu criança mais ou menos doze anos, só espiando... A meia me chamava a atenção. Quase não via o rosto daquela linda professora... Ah! Mas a meia, sim. A meia deslizava como se fosse numa passarela.

Achava tão lindo, mas tão lindo e suspirava pensando: Um dia vou usar uma meia dessas rsrsrs

O tempo se passou e nunca encontrei uma oportunidade para usar uma meia daquelas. Sei lá, não conseguia encontrar um momento especial... Penso que eu achava tão maravilhoso, que não conseguia encontrar um momento a altura... Sério isto? Como nosso cérebro nos limita, se deixarmos!!! Pois  é, nunca encontrei a ocasião rsrsrs

Na verdade, não sabia como, nem onde usar aquela meia e me esqueci.

Os lugares que ia eram simples, os meus amigos simples também.

No máximo usava uma meia fina cor da pele nos dias mais frios...  Que acho lindo e elegante também. Gosto muito. Mas uma meia arrastão! Achava muito chamativo..

Mais tarde ganhei uma de presente de uma amiga, pois havia contado para ela o meu sonho infantil rsrsrs

Pensei, agora nessa idade, penso que não dá... Não tenho coragem de usar uma meia desta. Corri para casa, calcei ligeiramente a meia, olhei no espelho, coloquei um salto... mas não achei tão bonita como nas pernas daquela professora... Suspirei profundamente meio decepcionada...

Tirei a meia devagar, dobrei com cuidado, coloquei dentro da embalagem e dei de presente para uma amiga jovem, linda, vibrante. Ela olhou aquele presente, com aqueles olhos enormes azuis e disse: Estava precisando de uma dessas para ir para a exposição. E foi.

E eu cá fiquei com o meu sonho infantil desfeito!... rsrsrs