domingo, 11 de julho de 2010

Deus escolheu os simples, para envergonhar os "sábios"...

Belo vídeo, retirado do You Tube; vale a pena conferir. Questionamentos simples do grande físico Albert Einstein, demonstrando, a existência de Deus e concluindo que o mal "existe", pela ausência do amor Dele - Deus, no coração dos homens.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Vivendo a Fé



Crer no Senhor Jesus e demonstrar publicamente esta fé, hoje, está sendo motivo de acender grande ira... em quem?!... Quando Ele esteve nesta terra, foi duramente perseguido, por aqueles "entendidos" os doutores da lei, religiosos, e outros, os quais Ele, o Senhor Jesus, olhando nos olhos, frente a frente, os chamou de hipócritas. E Ele ainda advertiu àqueles que O seguiriam, "No mundo tereis aflições; coragem! Eu venci o mundo" e disse ainda: "Bem aventurado sois, quando por minha causa, vos injuriarem e vos perseguirem e mentindo disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão no céus, pois assim, perseguiram aos profetas que existiram antes de vós". Mateus 5,11-12.

Então, se manifesta a Fé Nele é perseguido,vamos nos alegrar, estamos no caminho certo. Estaríamos com problema, se batessem palmas para a nossa fé. Aí sim, teríamos motivos para nos preocupar.

No episódio ocorrido entre kaká, jogador da seleção brasileira, homem vitorioso,competente, fiel a Deus e o jornalista Juca kfouri, ao responder, na coletiva televisionada, pergunta do jornalista André – filho de Juca Kfouri, ele, Kaká, desabafou: “Há algum tempo, em seu blog, os canhões do teu pai têm me atingido. Queria aproveitar a pergunta para responder às críticas que ele vem fazendo. O motivo pelo qual Juca me ataca não é profissional, ele já deixou claro que me ataca porque eu defendo publicamente a minha fé em Jesus. Mas da mesma forma que eu respeito ele como ateu, gostaria que ele respeitasse a mim e a milhões de brasileiros que crêem em Jesus Cristo”, disse.

Ele respondeu por ele e por milhões, não só de brasileiros mas de pessoas no mundo inteiro que manifestam a fé verdadeira no Senhor Jesus, e eu me incluo. E a perseguição barata, não é só desse senhor jornalista, mas de dezenas de pessoas que estão na mídia, que usam de suas forças, para atacar covardemente a pessoas que mal nenhum tem causado a este planeta, muito pelo contrário, só tem caminhado levando a bandeira do Senhor Jesus, que é a bandeira do amor, da justiça e da paz.
Que Deus nos abençõe!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

E a Selecao canarinho...


E a "Seleção canarinho", expressão canarinho, representando o canário (ave) típicamente Brasileira, amarela, tal qual nossa Bandeira Nacional, cor forte, brilhante, vibrante, apaixonante, valiosa como o ouro... é assim que expressávamos a nossa admiração pela Seleção Brasileira/82... era amor com cheiro de futebol, de alegria, de emoção. Assim sentíamos, a nação toda, quando parávamos diante da telinha para ver a seleção de Zico, Falcão, Sócrates, Júnior... jogar. Dava gosto! A genialidade e a raça contagiava, e a gente arrepiava ao ver aquela ginga, que pertencia somente à nossa seleção. E a música "Hê BRASIL! LÁ, LÁ, LÁ, HÊ BRASIL! QUERO VER ESSA MASSA GRITANDO COM RAÇA, SÃO QUASE DUZENTOS MILHÕES; E A GALERA EM CLOSE COM A CAMISA DOZE, VIBRANDO EM SEU CORAÇÃO; QUERO O POVO GRITANDO, O GOL FESTEJANDO E O VENTO SOPRANDO COM TODA EMOÇÃO E A SELEÇÃO CANARINHO VOLTANDO PRO NINHO COM A TAÇA NA MÃO..." Se é saudosismo não sei, só sei que, quem viu aquela seleção jogar, dificilmente, se encantará de novo; principalmente agora que os valores modificaram... raça e amor pela camisa, isto é coisa do passado; O que há é excesso de vaidade e pouca humildade. É utopia pensar que veremos espetáculos como aqueles vistos com a Seleção de 1982.
Quando da sua desclassificação, em 05 de julho daquele ano... choramos com vontade, tudo que tínhamos para chorar, lavamos a alma por alguns dias, para aliviar um pouco a frustração de não ver aquele time trazer a taça, merecidamente, para nossa casa - o Brasil.
Mas... não vivemos de emoções, nem do passado. A fila anda e a vida continua... e nós temos que lutar pelo que realmente é importante para nós pessoalmente...
Hoje, mais um ano de copa, falo por mim, vou torcer; se ganhar ótimo; se não ganhar... fazer o quê?!... Independente do resultado... os meus problemas só eu tenho que resolvê-los. A bem da verdade com Deus adiante.
Que eles façam sua parte, lutem com muita garra e brilhem bastante, acariciando assim, o ego de cada um. Vamos em frente. Brasil, il,il,il.

domingo, 23 de maio de 2010

Exemplos...


Em 2001 ganhei um filhotinho de cachorro , raça misturada, um pouco poodle, um pouco vira-lata... mas tudo bem, isto não é importante... chegou ainda bebê, menos de um mês. Foram muitas as mudanças que ocorreram em nossa casa a partir daquele momento... mudou-se a rotina da família... a noite rosnava, chorava baixinho, tínhamos de levantar, ver o que o estava o incomodando, procurávamos arrumar um jeito ou um lugarzinho aconchegante, para que ele se sentisse confortável e continuasse a dormir; era como uma criança, sapeca, faceiro, latidor, incomodava a gente e não deixava ninguem mais sossegado na casa... fugia, e era aquela loucura para correr atrás do Vandame para trazê-lo de volta (este é o nome dele, é escrito assim mesmo - Vandame, não é como o do ator Van Damme), mas ganhou o nome por causa do ator, pois tinham características comuns, força, beleza, coragem; claro. Pois é, um dia a gente queria ele longe, outro, queria ele perto; quis doá-lo a alguém que se interessasse, porque perdemos nossa traquilidade; nossos familiares e amigos já não se sentiam a vontade em nosso casa, alguns deixaram de nos visitar, porque ele, o Vandame incomodava todos; era demais, latia muito e alto, pulava nas pessoas, era enjoado mesmo, nos estressávamos, e era aquela gritaria, aquele alvoroço... Um dia peguei minha filha, na época com 12 anos "conversando" com o Vandame e dizendo pra ele assim: - É Van... voce é muito forte, foi pro "paredão" cinco vezes, e voltou, (ela fazia alusão ao big brother), foi muito engraçado, ri muito; porque a gente naquele stress todo, falava aos gritos com ele: você nao fica mais aqui, eu não quero saber de cachorro, estou cançada, - vou procurar alguém para levá-lo daqui, hoje mesmo e ponto final... aí era aquela choradeira... - deixa mãe eu gosto dele, deixa ele ficar... Mas tudo que falávamos, era da boca prá fora. A gente também gostava muito dele; foi tanto que ele foi "cinco vezes ao paredão" e voltou...
Com o tempo, fomos acostumando, começamos a ver por outro ângulo a sua personalidade forte, era a maneira de se expressar, dizer que fazia parte da família, Ei estou aqui...queria cumprimentar, demonstrar carinho, alegria da chegada de alguém... era a maneira dele...
Comecei a ver que ele era sempre amigo, independente do que demonstrávamos ser para ele e de como falávamos com ele. Aprendi que ele não guardava rancor, era humilde, amigo e leal; só tinha amor para dar... se recebia carinho, dava carinho, se não recebia, ficava na dele; e só atacava (raríssimas vezes - uma ou duas no máximo) porque se sentiu acuado ou foi brincando com os meninos, correndo atrás deles; O olhar direto e puro, sem malícia... se éramos duros com ele, abaixava os olhos e saía de mansinho, se aquietava num cantinho, voltava em seguida, esquecia o que havia acontecido, ficava ao nosso lado, reconhecendo em nós seus melhores amigos e companheiros, independente de tudo. Lembro-me das idas e vindas ao Pet Shop, ele voltava todo lindinho, perfumado, pelos brilhantes e macios, com os olhos vibrantes e felizes; lembro-me dele comendo pipoca junto comigo, era uma prá ele e outra prá mim, até acabar; lembro ainda, dele dormindo ao lado da minha cama, me esperando levantar... Está no Brasil ... Na primeira oportunidade vou trazê-lo para junto de sua família ... Sinto muito sua falta e doi muito esta saudade...

E... Por outro lado, Creio que Deus criou este ser especial, para tirarmos exemplo de vida; Sermos mansos e humildes de coração; termos caráter e sermos leais, estarmos desarmados do orgulho e arrogância; e para isso, se preciso for, espelharmos na vida de um cãozinho... a gente vai ver que pode...

domingo, 9 de maio de 2010

Mãe...



Quanto tempo se passou... onde você está?... Precisava do seu aconhego nesta hora...
do seu abraço, de suas orações, do seu olhar... neste momento aos meus bem vividos cinquenta anos, sou como criança que necessita do seu colo, da sua proteção.
Já ouvi muitas canções e poemas sobre mãe; sempre via com ternura crendo ser demonstrações de amor por este ser tão especial... Mas só agora compreendo dentro da minha alma o que é viver sem este amor incondicional em nossa vida... Você foi embora, não disse adeus! Nao perguntou se eu queria ficar sem você... Mãe perdoa se muitas vezes não a compreendi, perdoa por não tê-la abraçado mais, por ter saído às pressas enquanto você ainda falava... perdoe-me, por não ter sentado mais com você e ouvido as experiências que queria me passar; Perdoe-me por não ter te agradecido, enquanto estava conosco, por tudo que você foi para mim. Mas agora, meio tarde... te agradeço, por ter me carregado em seu ventre, agradeço pelas noites que passou sem dormir, cuidando de mim... ou somente me esperando chegar... te agradeço por suas orações, pelos seus ensinamentos que me fizeram trilhar um caminho crendo na justiça, na verdade, no amor e sobretudo em Deus. OBRIGADA MÃE! SAUDADES!... E OBRIGADA DEUS POR ME PERMITIR UMA MÃE TÃO MARAVILHOS
A!...

sábado, 9 de janeiro de 2010

Virgolândia - Minha terra natal


Pé de manga - Ilustração     -  

Virgolândia... pequeno município, situado na região leste de Minas Gerais a 100 km de Governador Valadares.
Possui menos de 10 mil habitantes. Nesse lugar, nasci e vivi até meus quinze anos.

As vezes não compreendo bem, como poucos anos vividos em um lugar, influencia e faz a diferença na vida de uma pessoa...
Creio que a semente lançada em determinado solo, a raiz, a planta que
brota será de acordo com a terra... e ali você está ligado. Será sempre o seu lugar. E você nunca esquece de onde veio. Muda-se e vive-se durante dez, vinte, trinta anos em outros lugares, mas aquele é, e sempre será a sua terra.

Então, ali vivi a minha infância, apesar de naquele tempo me sentir tolhida nos meus anseios e desejos infantis, hoje me recordo com alegria os momentos e anos que passei lá.
Vida de criança em cidade do interior na década de 60 e 70... Não teve tanta facilidade, como hoje. Mas as dificuldades encontradas nos caminhos fazem a gente crescer... Vamos construindo nossa vida tijolo por tijolo, sólida.

O ar puro, o cheirinho da terra molhada após a chuva, o barulho da chuvinha sobre o telhado, as pedrinhas cuidadosamente escolhidas para a brincadeira do "belisco"...

O meu jardim... de uma erva que eu conhecia como "colchão de noiva" verdinha viçosa, macia. Passava horas e horas ao lado daquela cisterna, cuidando dele (do jardim), tirando os matinhos que cresciam junto. Cuidando dos boizinhos feitos de maxixe, fazia as perninhas de palito de fósforo. Construía as fazendinhas de palitos de picolé debaixo do pé de manga espada... a manga espada mais gostosa que eu já comi em toda minha vida...

Levantávamos, pela manhã e corríamos para pegar as mangas que haviam caído à noite... Era uma corrida de quem chega primeiro, para alcançar a mais bonita, a mais madura. O balanço de cordas nesse mesmo pé de manga... Sentia como se tivesse numa roda gigante...
A casinha de brinquedo no fundo do quintal. A brincadeira de boneca, de comadre. O meu canteiro de alface na horta de minha mãe. Enquanto ela cuidava da sua horta, eu cuidava do meu canteirinho e dele, colhia as alfaces para colocar no meu prato (não gostava de verdura, mas comia porque era do meu canteiro). Foi uma vida comum de criança do interior. Arrumava para ir para a escola...

Foto retirada do Google
Sexta-feira o Hino Nacional... a musiquinha oficial do clube de leituras: " Eu me lembro, eu me lembro era pequeno, e brincava na praia o mar bramia..."

E a correria desembesta da criançada no recreio.
No dia da árvore, 21 de setembro... Comemorávamos, lançávamos a sementinha ou uma muda de árvore no pátio da escola, cada um queria regar um pouquinho a semente ao som da música entoada por todos ali presentes... "Dorme sementinha, fica bem quietinha,... já não te abandono, virei todo dia, sobre o seu canteiro, jogar água fria..."

E os dias 7 de setembro - Independência do Brasil, nossas mães confeccionavam nossos uniformes de papel crepom verde e amarelo para o desfile, desfilávamos como verdadeiros estadistas, determinados, cheios de patriotismo. Ao final nos encontrávamos suados, pelo desfile sob o sol escaldante e aquela roupa de papel crepom, começava a se desfazer... (usávamos shorts por baixo)... E ali havíamos cumprido nosso dever de brasileirinhos, todos orgulhosos, cansados e felizes, voltávamos para casa.

A noite, nossas mães sentavam nas cadeiras nas calçadas, e ali conversavam, e nós aproveitávamos para brincar de pique esconde, de pula corda, de apostar corrida, de bambolê, que fazíamos de mangueiras coloridas e dentro delas colocávamos pedrinhas para fazer barulho; o jogo de bioquê - eu era craque.

Desfile de rainhas... Meu Deus, era muito bom; a banda de música na semana santa, no carnaval, era só alegria; a brincadeira de roda... "plantei um pezinho de alface, a chuva quebrou um galho" e...
Já com 13, 14 anos o coração já começava a palpitar pelo primeiro amor, amor de adolescente daquela década... A pureza... Amor de sentir satisfeita somente de ver o amado pela fresta da janela. O coração batia forte, e se visse frente a frente, o coração acelerava, o rubor no rosto, as mãos gelavam, a dor na barriga... Mas ia dormir feliz, viu o "namorado"!... E o amado nem sabia que estava namorando!... rsrsrs

E os pensamentos corriam soltos, e os sonhos eram acordados.

Vida de infância, de adolescente em minha cidade natal, cidade das cachoeiras que viravam toboágua pra nós. É a criatividade de quem não ganha tudo pronto, tínhamos que construir para brincar... Assim foi a vida da maioria dos brasileiros que viveram em cidades interioranas;
E assim foi minha vida na minha cidade...

Virgolândia é o seu nome.




quarta-feira, 16 de setembro de 2009

VIDA, O QUE É , O QUE É


"E a vida, e a vida o que é? diga lá meu irmão. Ela é a batida de um coração... ela é uma doce ilusão... mas e a vida, ela é maravilha ou é sofrimento?!... ela é alegria ou lamento!... o que é , o que é meu irmão?..."

É... como bem questionou Gozaguinha, grande compositor de outrora, nesta maravilhosa poesia, A vida, o que é... e a resposta é muito pessoal, depende da maneira que cada um a encara... É, como ele continua dizendo.. "Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo; é a gota é o tempo que nem dá um segundo... há quem fale que é um divino mistério profundo... é o Sopro do Criador, numa atitude repleta de amor... Você diz que a vida é prazer, ele diz que a vida é viver, ela diz que melhor é morrer, pois amada não é, e que o verbo é sofrer..." Parece então depender do estado de espírito de cada pessoa, como ela se encontra no momento para caracterizar a vida, e assim as definições vão mudando de acordo com nossas mutações... E mais: "Eu só sei que eu confio na moça e na moça eu ponho a força da fé"... Esta é a maneira que o autor viu, eu porém, prefiro confiar em Deus e Nele colocar a minha fé. "Somos nós que fazemos a vida, como der ou puder ou vier, sempre desejada, por mais que esteja errada... ninguém quer a morte... só saúde e sorte"... É verdade, podemos passar tudo, mas estaremos sempre disposto a lutar pela vida, as vezes até mesmo inconscientes nos encontramos sempre lutando para viver, porque nascemos para a vida e não para a morte. "E a pergunta a roda e a cabeça agita. Eu fico com pureza das respostas das crianças... É A VIDA... É BONITA E É BONITA. VIVER E NÃO TER A VERGONHA DE SER FELIZ, CANTAR A BELEZA DE SER UM ETERNO APRENDIZ, EU SEI QUE A VIDA DEVIA SER BEM MELHOR E SERÁ... MAS ISTO NÃO IMPEDE QUE EU REPITA: É BONITA, É BONITA E É BONITA." Precisa dizer mais algo?!... Gonzaguinha, nesta música expressa de uma maneira inteligente, sensível, leve e gostosa, falando tudo e deixando um espaço enorme para todas as definições de vida possíveis. Nascer, cantar, sorrir, chorar, sonhar, perder, ganhar, realizar, tudo isto é VIVER e mais, é a vida e, É BONITA, É BONITA E É BONITA.
Obrigado Gonzaguinha, por este belo poema!