A VIDA estava NELE e a VIDA era a Luz dos homens; A Luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevalecem contra Ela. João 1,4-5.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Homenagem a um grande homem!...
Entrei no blog do Bispo Macedo e encontrei este maravilhoso vídeo...
Não pude deixar de compartilhar aqui no meu blog esta merecida homenagem a ele, em seu aniversário. Sou infinitamente grata a ele pelo seu trabalho espiritual, diga-se Igreja Universal. Através dele, do seu amor e de sua dedicação é que milhares de perdidos, tristes, desacreditados, solitários, sofridos...Se reencontram, creem novamente, têm nova vida e muitas almas são salvas... E dentre esses milhares, me incluo. Tudo para a Glória de Jesus!
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Tudo se faz novo!
À medida que o tempo vai passando fico também com os pensamentos mais apurados. Sou mais seletiva, mais firme, mais coerente... Éh! pensando bem, todo tempo em que vivo, constato naquele momento, que aquele período é o melhor...
Quando criança, tenho a expontaneidade de criança. Os pensamentos puros, a inocência. Não tenho compromisso com nada. Se tiver algo para resolver... Quem quiser é que resolva por mim!
Às vezes penso: queria crescer logo...
Na adolescência estou com a bola toda. Se disser que é para resolver todos os problemas da humanidade, acredito que posso. A coragem está a todo vapor... A razão é toda minha... Alegro-me facilmente e facilmente me aborreço. Entrego-me aos sentimentos e emoções e com eles sou totalmente feliz ou terrivelmente sofredora. Como se esses sentimentos fossem os mais importantes de toda minha vida...
Na juventude, penso que cheguei no auge. Passou a impetuosidade da adolescência. Sou mais centrada. Se precisar resolver aqueles mesmos problemas da humanidade. Já sei que não posso. Mas... Sei também, que poderia tentar resolver um pouquinho dos problemas da minha cidade... do meu bairro talvez. Usando algumas estratégias e unindo-me com outros com ideologias comuns. Creio que somos mais e que podemos fazer a diferença. Agora acho que a razão não é só minha, mas nossa, pois creio que somos a força necessária... a força da juventude...
Por volta dos trinta anos, sei que não posso resolver o problema da humanidade, também da minha cidade e tampouco do meu bairro... Estou perdidamente querendo resolver os meus próprios problemas, que a meu ver são demais e difíceis.
E tenho dificuldades para resolvê-los. Aí já tenho a responsabilidade com os meus pequeninos e com o meu amor. Com o trabalho e com a sociedade... Situações mil dependendo de mim. Sou ocupadíssima e não tenho tempo para mim mesma. Tomo um montão de atitudes que no momento não sei se estão certas ou erradas. Preciso decidir. Não tenho tempo para analisar...
Busco a Deus!...
E só agora, após duas dezenas de anos, sei que muitas daquela atitudes foram acertadas. Aquelas que não foram se ajeitaram no caminho. Olho para cada etapa vivida...
Sorrio... Com serenidade analiso cada período. Concluo que amei cada dia. Todos foram importantes e serão... fizeram parte do meu crescimento, da minha vida e farão.
Tenho saudades de muitos momentos... Alguns todavia, prefiro esquecer...
Olho para adiante... Novos dias virão.
A Fé e o conhecimento do Amor maior,
Me dão o entendimento e a certeza que também será um tempo belo!
Pois Deus é Deus de perfeição e faz tudo novo...
E as Suas misericódias se renovam a cada manhã... (Lamentações 3,23).
"Eis que faço novas todas as coisas"... (apocalipse 20,5).
Olho para os Céus e agradeço todas essas maravilhas!
Quando criança, tenho a expontaneidade de criança. Os pensamentos puros, a inocência. Não tenho compromisso com nada. Se tiver algo para resolver... Quem quiser é que resolva por mim!
Às vezes penso: queria crescer logo...
Na adolescência estou com a bola toda. Se disser que é para resolver todos os problemas da humanidade, acredito que posso. A coragem está a todo vapor... A razão é toda minha... Alegro-me facilmente e facilmente me aborreço. Entrego-me aos sentimentos e emoções e com eles sou totalmente feliz ou terrivelmente sofredora. Como se esses sentimentos fossem os mais importantes de toda minha vida...
Na juventude, penso que cheguei no auge. Passou a impetuosidade da adolescência. Sou mais centrada. Se precisar resolver aqueles mesmos problemas da humanidade. Já sei que não posso. Mas... Sei também, que poderia tentar resolver um pouquinho dos problemas da minha cidade... do meu bairro talvez. Usando algumas estratégias e unindo-me com outros com ideologias comuns. Creio que somos mais e que podemos fazer a diferença. Agora acho que a razão não é só minha, mas nossa, pois creio que somos a força necessária... a força da juventude...
Por volta dos trinta anos, sei que não posso resolver o problema da humanidade, também da minha cidade e tampouco do meu bairro... Estou perdidamente querendo resolver os meus próprios problemas, que a meu ver são demais e difíceis.
E tenho dificuldades para resolvê-los. Aí já tenho a responsabilidade com os meus pequeninos e com o meu amor. Com o trabalho e com a sociedade... Situações mil dependendo de mim. Sou ocupadíssima e não tenho tempo para mim mesma. Tomo um montão de atitudes que no momento não sei se estão certas ou erradas. Preciso decidir. Não tenho tempo para analisar...
Busco a Deus!...
E só agora, após duas dezenas de anos, sei que muitas daquela atitudes foram acertadas. Aquelas que não foram se ajeitaram no caminho. Olho para cada etapa vivida...
Sorrio... Com serenidade analiso cada período. Concluo que amei cada dia. Todos foram importantes e serão... fizeram parte do meu crescimento, da minha vida e farão.
Tenho saudades de muitos momentos... Alguns todavia, prefiro esquecer...
Olho para adiante... Novos dias virão.
A Fé e o conhecimento do Amor maior,
Me dão o entendimento e a certeza que também será um tempo belo!
Pois Deus é Deus de perfeição e faz tudo novo...
E as Suas misericódias se renovam a cada manhã... (Lamentações 3,23).
"Eis que faço novas todas as coisas"... (apocalipse 20,5).
Olho para os Céus e agradeço todas essas maravilhas!
A perfeição em cada etapa da vida.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Fiquei alguns dias sem aparecer por aqui...
Fiquei alguns dias sem aparecer por aqui ...
É que eu estava passando uns dias comigo mesma. Meditando e refletindo no que fiz este ano. No que errei e no que acertei...
Confesso que fiquei um pouco decepcionada com algumas atitudes. Também com a falta delas... Mas confesso que aprendi muito.
Creio que este ano, eu esperava um pouco mais de mim mesma.
Caminhei um pouco mais, subi mais alguns degraus...
Sei que poderia ter subido mais...
Falei muito, irritei, chorei. Mas também realizei, agradeci, perdoei...
Busquei a Deus.
Descansei muito... Até mais do que eu deveria... Ou talvez, eu deveria mesmo.
Acordei mais tarde um pouco, como sempre sonhei um dia poder acordar...
Na minha adolescência, muitas vezes acordei às três horas da madrugada, para ajudar o meu pai na padaria, na fabricação dos pães, para após ir vendê-los.
Quando comecei a trabalhar fora, aí acabou de vez a condição de poder acordar um pouco mais tarde como eu queria...
Agora é a minha vez.
Curti mais minha casa... Afinal de contas foi meu primeiro ano pós-aposentadoria...
Havia esquecido o que era casa, pois desde o ano de setenta e nove até o meado do ano passado, fiquei mais no trabalho do que em meu lar... Lembrei-me de como é bom não precisar levantar cedo por obrigação...
Como é gostoso assistir um filminho à tarde. Aquele filme leve de criança, desenhos.
Psiu! Não conta prá ninguém não, mas... Assisti até umas novelinhas reprisadas este ano... rsrs. Sem culpa...
Mas teve momentos que cobrei muito de mim. Não estava acostumada com esta "mordomia" toda. A luta sempre foi árdua e constante.
Pôxa! você não vai ficar aí só de "flozô", vai?!... Tem que fazer algo. Não pode ficar parada. Briguei comigo, fiquei chateada... Dentro de mim, eu não aceitava aquela situação...
O tempo urge, as oportunidades passam... Precisa se levantar... Isto não te leva a nada!...
E a cobrança foi muito pesada! Fique mal comigo mesma. Reclamava. Comecei a desacreditar de mim. Senti-me parada, sem ânimo...
Nada chamava a minha atenção... Ia somente à Igreja buscar força, umas quatro vezes na semana, usava minha fé. Mas... Quando chegava em casa, não queria sair... Queria ficar ali, sem fazer nada...
Aquele tempinho frio, aquela chuvinha ou aquele sol escaldante... E eu pensando: Que bom que não preciso sair daqui.
Não sei não, mas eu nunca havia tido um tempo assim para mim. Os filhos crescidos, não necessitando tanto de mim mais. O marido trabalhando ainda...
Eu ficava com a casa todinha para mim. Apesar de minhas cobranças nesse sentido, confesso que eu gostei muito e hoje pensando mais friamente, creio que eu mereci um pouquinho de tudo isso...
Mas não fiquei parada totalmente. Trabalhei, sim. Quem disse que não?...
Arrumando a casa, varrendo, lavando copos, pratos... Passando a roupa do marido.... Trabalhei só na organização... rsrs
E mais, o tempo eu é quem fazia... É isto mesmo. Somente na hora que eu queria... Na verdade, relaxei mesmo. Fiquei só no "relax".
Não fiz muitos planos para este ano. Os poucos que fiz realizaram de forma diferente, ou alguns não foram realizados. Vai passar para o próximo ano... Sem problemas!
Engordei um pouco mais...
Pensando bem, creio que foi o melhor que fiz, para o momento e para este ano que está findando...
Mas...
Passou. Eis um novo ano surgindo!
Depois desta análise, de uma coisa estou certa.
Chega de descansar... Quero ir à luta com coragem e confiança...
Tenho muito ainda o que fazer... e
Voltar à essência do meu ser...
Agradeço a Deus por este ano e peço Sua proteção, força e coragem, para o vindouro.
É que eu estava passando uns dias comigo mesma. Meditando e refletindo no que fiz este ano. No que errei e no que acertei...
Confesso que fiquei um pouco decepcionada com algumas atitudes. Também com a falta delas... Mas confesso que aprendi muito.
Creio que este ano, eu esperava um pouco mais de mim mesma.
Caminhei um pouco mais, subi mais alguns degraus...
Sei que poderia ter subido mais...
Falei muito, irritei, chorei. Mas também realizei, agradeci, perdoei...
Busquei a Deus.
Descansei muito... Até mais do que eu deveria... Ou talvez, eu deveria mesmo.
Acordei mais tarde um pouco, como sempre sonhei um dia poder acordar...
Na minha adolescência, muitas vezes acordei às três horas da madrugada, para ajudar o meu pai na padaria, na fabricação dos pães, para após ir vendê-los.
Quando comecei a trabalhar fora, aí acabou de vez a condição de poder acordar um pouco mais tarde como eu queria...
Agora é a minha vez.
Curti mais minha casa... Afinal de contas foi meu primeiro ano pós-aposentadoria...
Havia esquecido o que era casa, pois desde o ano de setenta e nove até o meado do ano passado, fiquei mais no trabalho do que em meu lar... Lembrei-me de como é bom não precisar levantar cedo por obrigação...
Como é gostoso assistir um filminho à tarde. Aquele filme leve de criança, desenhos.
Psiu! Não conta prá ninguém não, mas... Assisti até umas novelinhas reprisadas este ano... rsrs. Sem culpa...
Mas teve momentos que cobrei muito de mim. Não estava acostumada com esta "mordomia" toda. A luta sempre foi árdua e constante.
Pôxa! você não vai ficar aí só de "flozô", vai?!... Tem que fazer algo. Não pode ficar parada. Briguei comigo, fiquei chateada... Dentro de mim, eu não aceitava aquela situação...
O tempo urge, as oportunidades passam... Precisa se levantar... Isto não te leva a nada!...
E a cobrança foi muito pesada! Fique mal comigo mesma. Reclamava. Comecei a desacreditar de mim. Senti-me parada, sem ânimo...
Nada chamava a minha atenção... Ia somente à Igreja buscar força, umas quatro vezes na semana, usava minha fé. Mas... Quando chegava em casa, não queria sair... Queria ficar ali, sem fazer nada...
Aquele tempinho frio, aquela chuvinha ou aquele sol escaldante... E eu pensando: Que bom que não preciso sair daqui.
Não sei não, mas eu nunca havia tido um tempo assim para mim. Os filhos crescidos, não necessitando tanto de mim mais. O marido trabalhando ainda...
Eu ficava com a casa todinha para mim. Apesar de minhas cobranças nesse sentido, confesso que eu gostei muito e hoje pensando mais friamente, creio que eu mereci um pouquinho de tudo isso...
Mas não fiquei parada totalmente. Trabalhei, sim. Quem disse que não?...
Arrumando a casa, varrendo, lavando copos, pratos... Passando a roupa do marido.... Trabalhei só na organização... rsrs
E mais, o tempo eu é quem fazia... É isto mesmo. Somente na hora que eu queria... Na verdade, relaxei mesmo. Fiquei só no "relax".
Não fiz muitos planos para este ano. Os poucos que fiz realizaram de forma diferente, ou alguns não foram realizados. Vai passar para o próximo ano... Sem problemas!
Engordei um pouco mais...
Pensando bem, creio que foi o melhor que fiz, para o momento e para este ano que está findando...
Mas...
Passou. Eis um novo ano surgindo!
Depois desta análise, de uma coisa estou certa.
Chega de descansar... Quero ir à luta com coragem e confiança...
Tenho muito ainda o que fazer... e
Voltar à essência do meu ser...
Agradeço a Deus por este ano e peço Sua proteção, força e coragem, para o vindouro.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Dai e Dar-se-vos-á...
“Dai e dar-se-vos-á boa medida, recalcada, sacudida e transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.” Lucas 6,38.
Está aqui uma afirmativa fortíssima de Jesus. O segredo da boa colheita, ou melhor, não é segredo é a maior revelação para aquele que crer.
Vamos imaginar: uma boa medida – nunca pensaremos numa vasilha pequena. O nosso pensamento vai logo para algo grande... Um recipiente bem grande.
Recalcada: Enchemos de algo, vamos supor aqui que seja farinha; Aí enchemos de farinha, calcamos, pressionamos com as mãos e depois... Recalcamos.
Sacudida: Depois de recalcada, batemos com força no solo e sacudimos para a farinha se ajeitar mais no fundo, dando mais espaço na parte superior...
Transbordade: No espaço, enchemos de mais farinha até cair para fora da vasilha, ou melhor até transbordar...
Em meus pensamentos, imagino se despejarmos essa farinha sobre o solo... Creio que olhando não acreditamos que coube tudo naquele recipiente...
Uhau!... É assim mesmo a medida do Senhor Jesus para aquele que dá...
Dar!!!!? O que?
Tudo.
Generosidade, amor, fidelidade, tempo, oferta, a Vida...
Para quem?
Para Deus e para o nosso próximo.
Não foi isto que Ele nos ensinou?
“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o seu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
E acrescenta: “Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”
Forte demais!...
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Um pouquinho de Governador Valadares...
Goval, Gevê ou simplesmente GV... Alguns nomes carinhosos para a nossa cidade situada na Região Leste, no Vale do Rio Doce de Minas Gerais. Ensolarada e Charmosa. Possui 263.594 habitantes (IBGE/10).
Uma das muitas Escolas públicas - E. E. Nelson de Sena.

Praça Serra Lima.
Ministério do Trabalho, Rua Belo Horizonte.


Praça da Estação - Maria Fumaça.
Esta maquete é uma gracinha. Quando ligada na energia os personagens do Tio Patinhas se movimentam fazendo uma construção.


Praça de esportes pública. São disponibilizados aqui várias modalidades de esportes para a população.


Praça do Shopping.
Uma parte da Av. Minas Gerais.

Shopping.
sábado, 16 de novembro de 2013
Estes dias tenho ouvido algumas canções sobre a família...
Uma delas é aquela música antiga, que diz:
“Tem certas coisas do meu tempo de criança guardo vivo na lembrança o aconchego do meu lar... Nos fins da tarde, quando tudo se aquietava, a família se ajeitava lá no alpendre a conversar. Meus pais não tinham nem escola e nem dinheiro, todo o dia o ano inteiro trabalhavam sem parar. Faltava tudo, mas a gente nem ligava o importante não faltava, seu carinho e seu olhar”...
É uma música linda. Toca a gente, principalmente em quem viveu um pouco e admira esse tipo de família...
Não sei, hoje tem muita gente falando e escrevendo sobre muitos assuntos. Muitos desses que dão muito ibope e são sucessos na mídia, na rede. Discutem-se nas redes sociais, faceboock, Orkut, instagram e...
Caem na boca e no gosto do povo... Sendo visto por milhares de pessoas no mundo inteiro... Sucesso ou vergonha total. Não importando nem com o conteúdo nem com o preço que se paga pela exposição descomunal... (Reconheço que quando bem usadas, são de grande importância e extraordinárias ferramentas para o homem).
Enquanto isso a violência imperando... Os lares desfeitos, o amor se esfriando, os valores transformando-se... E a dor aumentando nos lares, na família, na sociedade...
E eu aqui meditando. Longe do alcance de quase tudo e de quase todos. Feliz por não sentir-me obrigada a ter que acompanhar a maioria, tampouco concordar. Feliz de sentir-me livre para expressar... E falar daquilo que acredito, sem importar-me com números de visualizações... E com o que vão pensar! ...
Com a consciência tranquila e... Batendo na mesma tecla... Família... Valores...
Continuando a letra:" Eu muitas vezes vi meu pai chegar cansado, mas aquilo era sagrado, um por um ele afagava e perguntava quem fizera estripulia e mamãe nos defendia e tudo aos poucos se ajeitava. O sol se punha, a viola alguém trazia, todo mundo então queria ver o papai cantar prá gente. Desafinado, meio rouco e voz cansada ele cantava mil toadas, seu olhar num sol poente”.Isto era gostoso, a criança sentia-se amparada, confortada, feliz naquele aconchego... Acreditavam em seus pais. Respeitavam. O amor, a alegria, a espontaneidade faziam parte daquela família. Sentavam-se diante do outro, olhavam-se com amor, não faltava assuntos... Os risos eram dados com vontade. Se um se sentisse inseguro ou em dificuldades, a união dos demais aliviava o problema... Enfrentavam juntos.
E desconheciam que eram felizes, pois ainda não haviam experimentado o outro lado.
Muitos podem dizer: Há mas isto é passado! Acorda! Estamos no final do ano 2013, chegando em 2014... Outros ares, outros momentos...
Concordo. Mas ainda assim, confesso que aquele modelo de família era muito melhor e poderia estar presente até hoje...
E sabemos que o modelo atual não funciona...
O problema não está no progresso, na internet... Não! De maneira alguma. Mas dentro de cada um e em um todo. Na inversão dos valores... O TER e o APARECER sobrepujam o SER. E aí, não tem jeito de ser diferente...
Só mudaremos isto a partir de cada um de nós. Indo muitas vezes de encontro com o pensamento da maioria e sem hipocrisia... Sendo fieis aos nossos conceitos e princípios, andando na contramão da vida e se apegando no que realmente é valioso... Família, amor, fidelidade, sinceridade, respeito, cortesia e, sobretudo em Deus...
..."Correu o tempo, hoje eu vejo a maravilha de se ter uma família, quando tantos não a têm. Agora falam do desquite ou do divórcio, o amor virou consórcio compromisso de ninguém. Tem muitos filhos, que bem mais que um palácio, gostariam de um abraço e do carinho entre seus pais. Se os pais amassem o divórcio não viria, chamem a isto de utopia, eu a isto chamo paz”.
Iniciei dizendo que a música é antiga... Mas a verdade é que os gritos de dor na alma e nos lares nos diz que esse modelo de família, repito, caberia na vida de cada um de nós hoje e no amanhã, independente da evolução... Iríamos experimentar o quão bom é valorizarmos o simples. Sabendo acompanhar o desenvolvimento... Sem que a existência de um impeça a do outro. Ou seja, que avanço da tecnologia, a internet e o progresso em seu total significado não interfira nos valores da pessoa... Isto é fato.
Compartilho aqui este vídeo que está circulando na net.
Assinar:
Postagens (Atom)